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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Sobre o vídeo do evento, a pasta americana e o estuprador

Nossa, gente! Saiu hoje, no Mamatraca, o vídeo da tarde super gostosa em São Paulo, em companhia da minha amiga querida Roberta Lippi (que saudades que eu tava de você!), da Priscilla, da Carol, da Anne (grávida linda!), da Camila, da Chris e de muitas mães legais, envolvidas na causa e dispostas a "brincar".
E sabe que vendo o vídeo e ouvindo a Simone Pasquini falar novamente, vejo o quanto foi legal mesmo o que vocês, meninas, nos proporcionaram. Como é importante brincar e interagir de verdade com os filhos, e não "fingir" que brinca. Aliás, o título " Deixe seu celular na prateleira" é perfeito. Coincidentemente, um dia antes dessa entrevista ser publicada, eu tinha prometido pra Lulú que iria desligar o celular de noite.
Muito obrigada, mamatracada, mais uma vez! O site de vocês já é um super sucesso!
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Quem disse ou pensou que cobrir um pedaço de isopor com pasta americana era fácil, levanta a mão!
Eeeeeeeeeeeeeeeeu!
Gente, que coisa mais difícil! E exige muita paciência e sanidade, pra não jogar tudo na parede!
Mas eu vou conseguir. Eu sei disso!
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Terça-feira passada, fui almoçar com minha mãe e meu irmão, em um restaurante próximo da casa deles.
De repente uma movimentação estranha, um cara estranho e vááárias viaturas de polícia.
O que aconteceu foi que o cara pediu pra usar o banheiro do lugar, e na verdade estava se escondendo.
A polícia chegou discretamente, perguntou para alguém que estava na porta se havia entrado ali um cara "assim e assado" e disse "Ele é um estuprador".

Bom, depois te terem colocado o infeliz na viatura, a grande sacanagem é que eles ainda ficam ali um tempo, parados, exibindo o F¨%$#$$#W pra todo mundo.
Sacanagem com a gente, claro!
A sensação é tão estranha! Uma mistura de raiva, indignação, nojo e um fundinho de pena. Mas só um fundinho mesmo, porque sou tão ruim, mas tão ruim, à ponto de mesmo sabendo que o cara
é doente (pois chupava uma chupeta), eu ainda quero que ele se ferre, apanhe muito e...sei lá. Assunto muito complexo este.
Afinal, uma placa de isopor me espera!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O ritmo que a vida tem

"Nossa vida é cercada de acontecimentos rítmicos o tempo todo. Começando na gestação, com o bater do coração, depois com outras frequências biológicas, como as do respirar, piscar os olhos, caminhar, os acontecimentos repetidos de sono e vigília.
As frequências biológicas do próprio corpo foram fundamentais para as noções de tempo e a criação do relógio, bem como no desenvolvimento de artes relacionadas ao tempo, como a música."

"Embasado-se nestes conceitos, fica clara a importância que o ritmo tem na nossa vida, tanto através de influências tanto externas quanto internas. O desenvolvimento e aperfeiçoamento do mesmo torna-se muito importante, pois o ser humano é dependente do ritmo para todas as atividades que for realizar, como na vida diária, profissional, desportiva e de lazer." Wikipédia.
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Neste final de semana que passou, realizamos o último evento de Capoeira do ano, e pela primeira vez, Luísa participou da bateria da roda oficial do evento, junto com o maior de todos os mestres de Capoeira do mundo, Mestre Suassuna.
Roda oficial, sabem o que é isso? Aquela que exige perfeição e muito ritmo, e onde somente quem sabe tocar, toca. E Luísa tava ali, sem exagero e merecidamente, tocando agogô.

Este é o agogô


Ninguém pediu, ninguém insistiu e eu simplesmente mostrei 1 só vez como é que se fazia.
Deve ter um vídeo em algum lugar, mas hoje só tenho fotos.



Filha, que suas atitudes e suas conquistas na vida sejam tão ritmadas quanto a música.
Que orgulho de você.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Segura essa!

Na semana passada, nossa faxineira arranhou o tapete de EVA do quarto da Lulú. Disse que raspou com o rodo, pediu desculpas, e eu como boa pamonha, disse "tudo bem".
No mesmo dia, Luísa chegou da escola, percebeu o arranhão e me disse que não havia gostado daquilo.
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E a semana se passou, a faxineira voltou, e Luísa não deixou quieto:
-"Ooooi! Bom dia, meu amor!", disse a faxineira.
E Luísa disse assim:
-"Fátima, eu não gostei do que você fez no meu tapete. Tome cuidado com ele".
Ou seja, nem primeiro um "bom dia" saiu dali.
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É isso.
Bom falar aquilo que a gente pensa.
Bom poder chamar a atenção das pessoas que não são cuidadosas.
Luísa sempre foi muito cuidadosa com seus livros, seus brinquedos, e seu tapete. E tenho certeza que ficou realmente muito chateada com a falta de cuidado da moça. E não abafou o caso.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Não queira agradar demais

Luísa esta noite foi e voltou umas 3 vezes pro meu quarto. Acordava no meio da noite, subia na minha cama e dormia novamente. Marido levantava e a levava de volta pra cama dela. Até que, já cansado, arriou e decidiu deixá-la ali mesmo. Só que quis agradá-la e "se ferrou".
Acostumado a ter que levantar no meio da noite pra fazer o tetê - sim, é ele que faz o tetê dela da noite - já tratou de ir pra cozinha e providenciar o dito cujo do tetê:


-"Luísa, toma seu tetê."
-"Pai, eu não pedi tetê! Você só traz tetê pá mim quando eu pedir, tá?"


Juro, que em algumas situações, eu perco até o sono de tanto rir.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Brincando de Natal

Lembro que quando eu era criança, minha brincadeira preferida com as amigas era "Natal".
Colocávamos todos os meus brinquedos (e olha que eu tinha bastante!) atrás da cortina laranja do meu quarto (que ia do teto até o chão!) e enquanto uma de nós dormia, a outra era o Papai Noel. Entrava atrás da cortina e escolhia os brinquedos que iria dar.

A brincadeira preferida da Lulú hoje é "escrever". Pega um caderninho e finge fazer chamada na escola e anotar as presenças e faltas, ou então simplesmente pergunta meu nome 500 vezes e anota.

Brincar é bom demais, né?
E esse foi o tema do encontro de ontem no Buffet Espaço Vila da Arte em São Paulo, promovido pelas lindas do Mamatraca , em parceria com a Joanninha.
Foi demais, meninas! Essa ideia de vocês, de reunir mães amigas, curiosas e que adoram participar, deu muito certo.
Obrigada pelo convite. Amei de verdade participar.

    

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Medo de chuva?

Eu tenho.

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Engraçado.
Antes de ter minha filha, eu não tinha medo de chuva.

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Teria ficado mais tranquila e me sentido mais segura se minha filha estivesse comigo na hora do "dilúvio".
Engraçado.
Ou triste?
Sei lá.
Acho que hoje em dia só sou forte quando tenho ela do meu lado.
Que medo!

E chega Dezembro...

...e parece que o tempo corre contra nós, né?

À partir de agora é, evento do marido chegando, últimos cursos "bolísticos" do ano acontecendo, festa de confraternização da escola da Lú, chá de bebê de amiga, 2 festas de aniversário para realizar, bolos, bolinhos e bolões pra fazer, e então, é Natal.
E depois do Natal vem as nossas férias!
Ah! Dezoito dias na Bahia!
Coisa melhor que isso não tem não!
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Mas enquanto as férias não chegam definitivamente, a mãe aqui sofre de tensão, ansiedade, agitação, insônia e acúmulo de serviços. Dor no pescoço, nas costas e até de barriga. Normal. Minha única preocupação é tentar não passar isso tudo para a Lulú. Mas tá difícil. Afinal, ela participa de tudo.
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Bom saber que posso contar com a família!
Para a festa da Lulú tem parente trabalhando de verdade!
Uma tia costura as toalhas.
Outra pinta bandejas.
Outra faz laços e bolo.
A prima faz mais laços. Porque festa da Branca de Neve é assim: cheia de laços!
A amiga faz outro bolo.
E a mãe aqui gerencia tudo, distribui funções, fecha pacotes, cola fitas, recorta bandeirolas, e pensa, pensa, pensa!
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E que venha o fim do ano!
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Agora tenho que ir!