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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Mais sobre engraçadices

Primeira top:
Dia desses, uma amiga do trabalho, chegou nos contando que havia comprado um cachorrinho. Empolgada, ela pergunta para a Luísa:
- "Sabe o nome dele, Lú? Chuta!"
Desconhecendo a expressão CHUTA, ela lhe respondeu:
- "Sério? Preferia que fosse GOL!"

*****

Depois da aula de música:
- "Mãe, o tio Rafa falou que eu tenho a voz, sabe de quem?"
- "Não, filha, me fale."
- "Ah, adivinha! Começa com IN..."
E eu lá sabia.
- "Fala, filha!"
- "Da INvete Sangalo. Ele disse que quando eu crescer, vou cantar igual ela!"

*****

Preocupada com a amiga, dia desses:
- "Mamãe, onde a Maria foi?"
- "Foi ao médico, filha. Acho que no médico de olhos."
- "Ah, você quer dizer no OFTALMO?"

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Ainda sobre o grave e agudo

Luísa pediu - e ganhou - de presente de Dia das Crianças, o bendito diário eletrônico da Monster High. E para abri-lo, ela precisou gravar uma senha de voz.

Quando o pai chegou em casa, ela deu a senha a ele, na tentativa de fazer tentá-lo abrir o diário sem resultado. Mas ele conseguiu. E eu não.
A explicação:
- É porque nossa voz é grave, mamãe! Só a sua que é aguda. Não abre mesmo!"

Essa menina "manja" muito de música.
rsrsrsss...

Grave e agudo

Essa é só para os íntimos. Ou melhor, para quem me conhece e sabe que tenho voz de menininha.

Fui buscar Luísa na aula de música hoje e, vendo que ela tinha feito uma atividade no papel sobre GRAVE e AGUDO, arrisquei:
- Luísa, o que é GRAVE?
- É a minha voz, mamãe.
- E o que é AGUDO?
- A sua vozzzz....

Quem acha que ela tá certinha, curte!!
hahahahahahahaa....

Mais tarde:

- Mãe, aquele professor de hoje tinha voz de menininha. Por quê?
- Porque a voz dele é AGUDA, igual a da mamãe.

Foi o que consegui responder. Alguma sugestão?

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Ainda "manguela"

E quem disse que eu vou ensinar Luísa que manguela não é manguela e sim BANGUELA!! Manguela é TÃO mais bonitinho!

Ontem Luísa ficou "manguela" pela terceira vez. O dentão da frente caiu. Coisa mais linda de se ver.
Inacreditável a alegria dela ao se ver "manguela" frente ao espelho. Ela dizia:
-" Ah, mamãe! Como estou linda!!" E não via a hora de hoje ser hoje para poder se mostrar na escola toda.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

E a mulher do tatu é...?

Luísa está aprendendo o masculino e feminino dos animais, e brincando no carro enquanto íamos para a escola, eu perguntava:
" A mulher do cachorro é? CACHORRA.
E a do gato? GATA.
Do pato? PATA.
E do bode? BODA.
Do tatu? TATURANA.

hahahaha

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Toma lá, dá cá...

E na ânsia de escrever rapidamente em letra cursiva, Luísa ainda faz uns rabiscos, fingindo estar escrevendo alguma coisa.
-"Luísa, que isso, filha! Pára de fazer rabisco e escreve palavras que você já sabe escrever em letra cursiva."
E então, tomei esta:
-"Não é rabisco coisa nenhuma, mãe. É arte moderna. E até parece que você não sabe disso!"


sábado, 23 de agosto de 2014

O caderno de caligrafia - minha primeira vez

Dia desses, Luísa levou pra casa, pela primeira vez, seu caderno de caligrafia, com duas páginas de lições pra fazer - ou pra ser mais específica, duas páginas da bendita letra G.
Quem já passou por essa experiência? Ah, claro que todo mundo, mas o que quero saber é quem que já passou pela experiência de sentar com a filha numa mesa e fazê-la escrever DUAS PÁGINAS de letra cursiva, sem se estressar ou entrar em desespero?

Nossa primeira experiência foi assim: ela fazia, eu apagava, ela reclamava, levantava, e eu a chamava. Ela escrevia novamente, e a perna do g minúsculo saía curta demais. Eu apagava, ela chorava, eu reclamava, e ela, com raiva, escrevia de novo. E acertava. "Vamos para a próxima letra G", eu dizia. E ela chorava, jogava a borracha longe, fazia um risco de raiva no meio do caderno. Eu brigava, apagava e ela, com um bico gigante, escrevia novamente. "Gelo,gato, Gina, goiaba...tá lindo, filha! Olha que capricho! Tá vendo como é fácil! Mas temos que praticar!" E ela reclamava, a mão doía, a borracha caía. Ela chorava, esbravejava, mas fazia. E isso tá virando uma poesia, certo? Poesia de uma mãe que, a partir de agora, sabe que vai ter que ajudar com o caderninho de caligrafia, com toda paciência do mundo, mesmo querendo, no fundo, sair correndo.

Mas agora falando sério, conversei com a professora sobre isso. A instrução que recebi, e isso é de utilidade pública, é que não devemos apagar as palavras se elas estiverem fora da linha. Devemos observar, pelo menos agora no início, se as letras estão certas, e se o movimento da mão, conforme a criança desenha as letras, está correto. E mais nada.

Tadinha. Estressei tanto minha filha pela manhã, que à tarde nem o cabeçalho ela quis escrever. Rsrsrs...coisa de iniciante. Mãe iniciante.