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sábado, 25 de abril de 2015

Mamulengo, fantoche...

Nosso mamulengo. 
Mais meu do que dela, porque fui eu que fiz. 
Na minha época era chamado de fantoche, e foi feito com meia calça velha, fita crepe, rolinho de papel higiênico, fita de cetim, lã e canetinha. 

Prova de que não é o valor que faz com que o brinquedo fique mais legal. 
Nosso mamulengo ficou feinho, mas nada valeu mais do que ver o carinho com que ela carregou a boneca e a achou linda.
Valeu, escola, pelo trabalho de casa. No começo reclamei, achei um saco, mas por fim, tivemos momentos super bacanas de criação e surpresa, quando vimos nosso boneco pronto. 
Fiz a maioria do trabalho, e quando Luísa quis desenhar os olhos, achei aquilo um desaforo - poxa! ela vai estragar a cara do boneco! - mas aí lembrei que o trabalho era dela e não meu. hehehe....
E enfim, no fim, ficou assim:



Em alguns momentos nos perdemos em tarefas, compromissos, passeios ao shopping, cinema e lanchonetes, e esquecemos que dentro de casa também há muita diversão. E o mais legal: sem gastar nada.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Sex Shop

Luísa faz dança.
Sapateado e Street.
E a escola de dança fica ao lado de um sex shop.
Dia desses, saindo da escola de dança, Luísa disse:
-"Mãe, quando é que essa loja Sex Shop vai abrir pra gente entrar?"
-"Então, filha, não sei. Mas também, aí só tem roupa feia."
-"Aaah, eu não acho!"

Que bom que a loja só expõem roupinhas na vitrine. Ufa!

Ela não ama tanto assim


Se você pensa que essa criança da foto ama praia, está enganada.
Ela não ama tanto assim.

Um pouco medrosa para entrar na água sozinha, e quase sempre sem companhia infantil para brincar, Luísa atura overdoses de praia desde pequenininha.
Mesmo sendo uma ou duas vezes por ano que viajamos, passamos tempo suficiente para o saquinho da paciência e tolerância dela se encherem, à ponto de no quarto ou quinto dia de sol, mar, calor, areia e ondas, ela soltar um "preferia estar em casa..."

Espero que um dia isso mude.
Eu era medrosa também.
Só entrava no mar com meus pezinhos sobre os pés do meu pai, para não ter que pisar na areia. Detestava pisar em coisinhas que não sabia o que era, geralmente conchinhas, pedrinhas...
E também não tinha companhia infantil para brincar.
Fui começar a viajar com uma prima, acho que com uns 10 anos de idade já. E aí as viagens passaram a ser bem mais divertidas.

Ainda não me sinto segura em levar amiguinhas em nossas viagens, mais pelo fato de ficarem poderem ficar doentes, pegarem as famosas viroses.
Se com filho da gente já é difícil, imagina com o dos outros.





quarta-feira, 11 de março de 2015

Declaração de amor


"Mãe, não é mesmo que eu sou o café com leite dessa família? Você o leite, papai o café, e eu a mistura dos dois, na cor e no sangue? Te amo. Te amo, papai!"

E eu amo mais que pizza.

Mãe que chora

Sou daquelas que chora de emoção pra tudo: um caso particular e emocionante seu, o último capítulo de novela, final de semestre no trabalho, o primeiro dia de aula da filha e desenhos infantis. Este último item é especialmente o mais profundo. Choro de me acabar e chego a passar vergonha na saída do cinema, pois sempre tenho a impressão de que só eu chorei. Pra ajudar, Lulú faz questão de chamar minha atenção, no sentido "sabia que você ia chorando de novo, mãe!".
Bom, sendo assim, já estou me preparando para me acabar no filme Cinderela, que estreia agora em março. Bora pro cinema?


sexta-feira, 6 de março de 2015

Sobre o pum

Não, não estou doida, não. Afinal de contas, quem é que não solta pum?

Tenho que confessar que A-DO-RO o grau de intimidade e confiança que há aqui em casa entre Lulú e o pai. Sim, é só entre os dois mesmo, e eu explico.
Sou muito travada com relação à isso. Ao pum. Não consigo "liberar" na frente deles. Sou daquelas que quando sai de cada não consegue ir ao banheiro e fazer o número 2, e sei que muita gente é assim também.
Já contei em algum lugar aqui no blog sobre uma viagem que fiz à Europa com uma amiga, e que se fui ao banheiro 3 x em 1 mês, foi muito. Chegava a passar mal mesmo.
Na infância e adolescência costumava competir puns com uma outra amiga e chegávamos a gravar os nossos puns nesses gravadores antiiiiiiiiigos...

destes aqui, ó!

...e era uma farra! Coisa de quem era realmente muito íntimo.

E intimidade é o que não falta aqui em casa entre os dois. Acho legal - podem dizer ÉÉÉCA! , mas eu realmente acho legal. Talvez por eu ser do jeito que sou.


Viu?! Até a Branca de neve era peidorreira!



E as princesas também!
Imagens e textos extraídos do livro "Até as Princesas soltam pum", de Illan Brenman. Ilustrações Ionit Zilberman






quarta-feira, 4 de março de 2015

Minha liberdade de escolha


"Mãe, escolhe um adesivo pra você! Só não pode ser este, nem este, nem este, nem este, nem este, nem este, nem este, nem este, nem este, nem este, nem este, nem este, nem este, nem este, nem este, nem este, nem este, nem este ...
E nem este..... 
Ah, e este aqui também não!"

E então me sobrou aquele lá do cantinho direito da página, tão vendo?