E quem disse que eu vou ensinar Luísa que manguela não é manguela e sim BANGUELA!! Manguela é TÃO mais bonitinho!
Ontem Luísa ficou "manguela" pela terceira vez. O dentão da frente caiu. Coisa mais linda de se ver.
Inacreditável a alegria dela ao se ver "manguela" frente ao espelho. Ela dizia:
-" Ah, mamãe! Como estou linda!!" E não via a hora de hoje ser hoje para poder se mostrar na escola toda.
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segunda-feira, 22 de setembro de 2014
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
E a mulher do tatu é...?
Luísa está aprendendo o masculino e feminino dos animais, e brincando no carro enquanto íamos para a escola, eu perguntava:
" A mulher do cachorro é? CACHORRA.
E a do gato? GATA.
Do pato? PATA.
E do bode? BODA.
Do tatu? TATURANA.
hahahaha
" A mulher do cachorro é? CACHORRA.
E a do gato? GATA.
Do pato? PATA.
E do bode? BODA.
Do tatu? TATURANA.
hahahaha
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Toma lá, dá cá...
E na ânsia de escrever rapidamente em letra cursiva, Luísa ainda faz uns rabiscos, fingindo estar escrevendo alguma coisa.
-"Luísa, que isso, filha! Pára de fazer rabisco e escreve palavras que você já sabe escrever em letra cursiva."
E então, tomei esta:
-"Não é rabisco coisa nenhuma, mãe. É arte moderna. E até parece que você não sabe disso!"
-"Luísa, que isso, filha! Pára de fazer rabisco e escreve palavras que você já sabe escrever em letra cursiva."
E então, tomei esta:
-"Não é rabisco coisa nenhuma, mãe. É arte moderna. E até parece que você não sabe disso!"
sábado, 23 de agosto de 2014
O caderno de caligrafia - minha primeira vez
Dia desses, Luísa levou pra casa, pela primeira vez, seu caderno de caligrafia, com duas páginas de lições pra fazer - ou pra ser mais específica, duas páginas da bendita letra G.
Quem já passou por essa experiência? Ah, claro que todo mundo, mas o que quero saber é quem que já passou pela experiência de sentar com a filha numa mesa e fazê-la escrever DUAS PÁGINAS de letra cursiva, sem se estressar ou entrar em desespero?
Nossa primeira experiência foi assim: ela fazia, eu apagava, ela reclamava, levantava, e eu a chamava. Ela escrevia novamente, e a perna do g minúsculo saía curta demais. Eu apagava, ela chorava, eu reclamava, e ela, com raiva, escrevia de novo. E acertava. "Vamos para a próxima letra G", eu dizia. E ela chorava, jogava a borracha longe, fazia um risco de raiva no meio do caderno. Eu brigava, apagava e ela, com um bico gigante, escrevia novamente. "Gelo,gato, Gina, goiaba...tá lindo, filha! Olha que capricho! Tá vendo como é fácil! Mas temos que praticar!" E ela reclamava, a mão doía, a borracha caía. Ela chorava, esbravejava, mas fazia. E isso tá virando uma poesia, certo? Poesia de uma mãe que, a partir de agora, sabe que vai ter que ajudar com o caderninho de caligrafia, com toda paciência do mundo, mesmo querendo, no fundo, sair correndo.
Mas agora falando sério, conversei com a professora sobre isso. A instrução que recebi, e isso é de utilidade pública, é que não devemos apagar as palavras se elas estiverem fora da linha. Devemos observar, pelo menos agora no início, se as letras estão certas, e se o movimento da mão, conforme a criança desenha as letras, está correto. E mais nada.
Tadinha. Estressei tanto minha filha pela manhã, que à tarde nem o cabeçalho ela quis escrever. Rsrsrs...coisa de iniciante. Mãe iniciante.
Quem já passou por essa experiência? Ah, claro que todo mundo, mas o que quero saber é quem que já passou pela experiência de sentar com a filha numa mesa e fazê-la escrever DUAS PÁGINAS de letra cursiva, sem se estressar ou entrar em desespero?
Nossa primeira experiência foi assim: ela fazia, eu apagava, ela reclamava, levantava, e eu a chamava. Ela escrevia novamente, e a perna do g minúsculo saía curta demais. Eu apagava, ela chorava, eu reclamava, e ela, com raiva, escrevia de novo. E acertava. "Vamos para a próxima letra G", eu dizia. E ela chorava, jogava a borracha longe, fazia um risco de raiva no meio do caderno. Eu brigava, apagava e ela, com um bico gigante, escrevia novamente. "Gelo,gato, Gina, goiaba...tá lindo, filha! Olha que capricho! Tá vendo como é fácil! Mas temos que praticar!" E ela reclamava, a mão doía, a borracha caía. Ela chorava, esbravejava, mas fazia. E isso tá virando uma poesia, certo? Poesia de uma mãe que, a partir de agora, sabe que vai ter que ajudar com o caderninho de caligrafia, com toda paciência do mundo, mesmo querendo, no fundo, sair correndo.
Mas agora falando sério, conversei com a professora sobre isso. A instrução que recebi, e isso é de utilidade pública, é que não devemos apagar as palavras se elas estiverem fora da linha. Devemos observar, pelo menos agora no início, se as letras estão certas, e se o movimento da mão, conforme a criança desenha as letras, está correto. E mais nada.
Tadinha. Estressei tanto minha filha pela manhã, que à tarde nem o cabeçalho ela quis escrever. Rsrsrs...coisa de iniciante. Mãe iniciante.
quinta-feira, 24 de julho de 2014
A festa do papai
Ansiosa com a festa surpresa que ela mesma inventou para o aniversário do pai, Luísa arrisca:
- "Papai, qual é o seu super herói preferido? Homem Aranha, Batman ou o Super Homem?
E o pai, malandrão:
- "Mulher Maravilha, filha!"
Luísa olhou pra mim, sorriu e acabou a conversa.
10 dias depois.....
- "Papai, qual é o seu super herói preferido? Homem Aranha, Batman ou o Super Homem?
E o pai, malandrão:
- "Mulher Maravilha, filha!"
Luísa olhou pra mim, sorriu e acabou a conversa.
10 dias depois.....
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| Feliz Aniversário, Papai! |
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Eu uso óculusssss
Agora Luísa usa óculos.
Problemas com a visão?
Que nada. O nome da doença é lombriguite aguda.
Há um tempinho atrás, Luísa começou a reclamar de dor nos olhos, coceira, dor de cabeça e até um pouco de dificuldade para ler. Insistindo no assunto, mas já sabendo que alguma amiguinha da classe dela tinha começado a usar óculos, e que, provavelmente se tratasse mais de uma vontade do que de uma dificuldade, resolvi levá-la ao oftalmo. Sabe como é mãe, né? Não custa verificar.
O resultado foi engraçadíssimo: ela não só enxerga super bem, como lê super bem também. A velocidade com que ela falava as letrinhas para a oftalmo foi fantástica. Mas percebendo, pelo meu olhar e tom sarcástico, ela nos receitou um óculos: 0 num olho e 0,25 no outro.
Tá toda felizona!
.
Problemas com a visão?
Que nada. O nome da doença é lombriguite aguda.
Há um tempinho atrás, Luísa começou a reclamar de dor nos olhos, coceira, dor de cabeça e até um pouco de dificuldade para ler. Insistindo no assunto, mas já sabendo que alguma amiguinha da classe dela tinha começado a usar óculos, e que, provavelmente se tratasse mais de uma vontade do que de uma dificuldade, resolvi levá-la ao oftalmo. Sabe como é mãe, né? Não custa verificar.
O resultado foi engraçadíssimo: ela não só enxerga super bem, como lê super bem também. A velocidade com que ela falava as letrinhas para a oftalmo foi fantástica. Mas percebendo, pelo meu olhar e tom sarcástico, ela nos receitou um óculos: 0 num olho e 0,25 no outro.
Tá toda felizona!
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sábado, 28 de junho de 2014
Jardim Botânico
Outro lugar bem bacana para ser visitado nas férias é o Jardim Botânico Irmãos Villas Boas.
Fica próximo ao Parque das Águas, e é um lugar lindo para quem gosta de tirar muitas fotos.
Fica próximo ao Parque das Águas, e é um lugar lindo para quem gosta de tirar muitas fotos.
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