Pesquisar este blog

Carregando...

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Projeto da escola

Achei o máximo o tema da feira cultural este ano da escola: Grandes Pintores, Pequenos Artistas.
Muito bom este incentivo às crianças conhecerem um pouco da arte.


Ontem os alunos da turma dela fizeram bolachinhas...

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Lulú Biscoitinho

Ah gente!
Ultimamente tenho me divertido fazendo biscoitinhos decorados pra vender.
E como Luísa começou a ficar só meio período na escola, ela tem que me ajudar, para que eu possa trabalhar mais facilmente.

Comprei um kit de canetinhas gourmet para trabalhar, mas quem as usa realmente é Luísa.


Estes são os dela!
E para quem quiser ver os meus, vá lá no blog!
www.coisasdamaedalulu.blogspot.com
Beijos!

terça-feira, 14 de maio de 2013

E se ela engolir um brinco?

Sua filha engole um brinco de bolinhas duplas na escola e você só é avisada na hora em que vai buscá-la.
O que dizer?

O pediatra: pediu que tirasse um raio-x imediatamente para saber onde o brinco estava alojado.
O diagnóstico: o brinco estava no estômago, ou seja à caminho da saída. O médico me explicou que se ele estivesse alojado na região do tórax seria complicado, mas onde estava, tudo bem.

Penso que todo mundo te uma história de brinco engolido para contar. Assim como a bala Soft, né?
Quem já se engasgou com bala Soft aqui levanta a mão!!

domingo, 5 de maio de 2013

O medo, a música, a dança, as influências...

Luísa está com cinco anos, quatro meses e com medo. Muito medo. Medo de escuro, medo de barulho, medo de ficar sozinha no quarto, na sala, na cozinha e até no banheiro. No quintal então..nem se fala! Tem medo de que a gente a abandone e tem medo de que a gente se separe (de onde ela tirou isso?). Quando questiono a ela sobre o que tanto lhe assusta, ela não diz, não sabe, ou simplesmente omite. Como fez quando começou a rebolar com as mãozinhas na parede e eu lhe perguntei onde tinha visto, aprendido aquilo e com quem, e ela me disse "com ninguém, mamãe!". E foi só quando eu literalmente ameacei deixá-la sem a boneca nova até que se lembrasse onde viu aquela dancinha ou com quem aprendeu, que ela me contou timidamente quem lhe havia ensinado.

Com relação à tudo isso: medo e dancinha feia, temos conversado muito. Digo que aqui em casa não é preciso ter medo de nada, e que tudo aqui é branquinho, limpinho e seguro.
Agora, com relação à dança, acho que estou exagerando um pouco. Ontem estive pensando: se ela ouve e dança músicas infantis, MPB, músicas internacionais, músicas de capoeira e gospel, por que não poderia ouvir e dançar um lek lek, por exemplo? Não que eu deva incentivá-la, mas acho que posso desencanar um pouquinho.

Na verdade estou quase chegando à conclusão de que tanto eu como ela precisamos de ajuda. O que acham?

terça-feira, 30 de abril de 2013

Que ódio do meu pai

Hoje presenciei uma cena muito triste no banco, o que me fez pensar em quanta responsabilidade temos com nossos filhos e em nosso dever em oferecer à eles todas as possibilidades para que crescam e passem por menos apuros possíveis.

Uma senhora, de aproximadamente 65 anos, analfabeta, tendo que assinar um documento cuja impressão digital não era aceita em hipótese alguma. A gerente da conta, treinando com ela as letras do próprio nome.

A senhora olhou pra mim, e disse duas únicas frases:
"É difícil, viu. Que ódio do meu pai".
Sem mais.
Fiquei extremamente comovida.

domingo, 28 de abril de 2013

Melhor amiga

Estou numa sinuca de bico.
Luísa tem várias amigas na escola, mas tem uma que ultimamente tem sido sua preferida.
Essa amiga, que tem a mesma idade dela, adora um funk, e uma cena comum que tem acontecido aqui em casa é Luísa tentar dançar o quadrado. É assim que fala? Dançar o quadrado? Fazer o quadrado? Enfim...(até a Xuxa dança, né?). Insisto com ela que é feio, que essa dança não é legal nem bonitinha, mas ela treina, ela tenta, e eu também não surto...
Eu digo tenta, porque Luísa não tem um molejo mole, sabe como é? Ela é dura. Não sabe rebolar. Mexe o corpo todo e rebola quadrado, literalmente.

Luísa adora essa menina, e apesar de brigarem o tempo todo, não se desgrudam e eu, sinceramente, não acho que essa menina seja companhia saudável para minha filha. Pode isso? Pode? Pode uma mãe achar que uma criança de 5 anos não é companhia saudável para sua filha de 5? Pode?

Palavrões

Quando o palavrão, na sua casa, não é problema, mas na casa dos outros é comum, o que fazer?

Passo os finais de semana na casa dos meus pais e com meu pai e meu irmão exibindo o tempo todo um número vasto de porras, caralhos, puta que parius, fodas e mais um monte de outros, fica difícil Luísa não se familiarizar com eles. E mesmo sabendo que é feio falar palavrões, que a gente não gosta e que por ela ser criança, fica pior ainda, às vezes alguma coisa escapa.

Situação 1
Meu irmão chega da rua, conversa um pouco e diz "calma aí que vou cagar. Já volto". Dez minutos depois a namorada chega e Luísa diz:
-"O Bruno tá cagando. Ele já vem".

Situação 2
O mesmo meu irmão chega na cozinha e reclama bem alto "ô caralho!!"
E vem Luísa atrás e pergunta:
-"ô caralho?"

Situação 3
Cunhadinha me contando alguma coisa e solta um "ah vá pá puta que pariu" bem alto.
Luísa só me olha, faz cara de dúvida e não fala nada.
Antes de ter minha filha, eu achava bonitinho ouvir criança falando palavrõeszinhos inofensivos. Hoje eu acho feio pra caramba.

**

Como disse antes, Luísa não tem costume de falar palavrões em casa. Mesmo com os porras e fodas do pai (e às vezes até algumas escapadas minhas), ela não costuma repetí-los, mas é que às vezes ela se empolga.
**