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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Brincadeira séria mesmo!

A Marina, do Retrato Falante me indicou para a brincadeira seguinte:

tenho que dizer cinco dos meus milhões de desejos para 2011, só que ilustrados. Então vamos lá:

Como entrar em forma
Voltar pra academia urgente!

Fazer um cruzeiro com meus amores!

Guardar um tantão de dinheiro assim ó!

Procurar ao máximo manter o sorriso no rosto.

Precisar muito pouco deles.




E que venha 2011 com sonhos realizados, planos em prática, e muito amor, gente! Muito amor mesmo, porque eu acho que é isso que move o mundo!!


coracao-thumb

Criatividade é o que se usa para construir pessoas

A-do-rei!
Aliás, AAAMEI!

A Chris divulgou em seu blog Inventando com a Mamãe a campanha da Pritt.
Já aderi à causa e à campanha "Criatividade é o que se usa para construir pessoas" simplesmente porque sou mesmo à favor. Apesar de não ser tão criativa, principalmente nos momentos de cansaço e stress, me esforço muito.

Conheca a causa

"A participação dos pais e educadores na vida dos alunos é essencial para formar pessoas melhores e mais seguras. E você pode ajudar ainda mais.Estudos independentes, feitos em diversos países, chegaram a uma importante conclusão: a participação dos pais na vida dos filhos traz inúmeras consequências positivas, como melhora de desempenho e a formação de pessoas mais seguras, equilibradas e conscientes.

Os educadores concordam que essa participação é benéfica para todos, mas que ela é difícil mesmo em escolas que apóiam essa integração. Os pais, por sua vez, são unânimes em reconhecer a importância dessa participação, e gostariam, sim, de participar mais.
Mas não basta querer - é importante agir e fazer isso acontecer. E esse é o nosso objetivo: ser a cola que vai unir pais, alunos e professores em prol desta transformação, ajudar a organizar esse movimento, gerar intercâmbio de idéias e fazer o necessário para que nossas crianças atinjam seu potencial completo. Elas merecem.
A bandeira já está de pé, e agora é sua vez de agir. Seja um embaixador da causa, ajude a divulgá-la, participe das oficinas e faça ouvir sua voz. "

Para participar e saber mais da campanha, clique aqui

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Quase metade das férias

Tenho que confessar que estava com muito medo das férias da Lulú. Por estar trabalhando, por ter que deixá-la na vovó Rose e depois no vovô Preto, sem ter a certeza de que ela estaria se divertindo, cheia de atividades, longe da tv e de mim. Tenho que confessar que me enganei completamente.

Na vovó Rose chamamos a prima mais velha - 12 anos - pra passar a primeira semana com ela. Não que as atividades e brincadeiras tenham sido intensas, mas valeu!

Agora na segunda semana, vovó Rose viajou e Luísa está sob os cuidados do pai, que a leva e traz à casa do vovô Preto, onde lá se junta aos primos Rafinha, "Natála" e Wendel, e o não menos querido Bidu. Posso dizer que tem sido uma festa! Chega cedo, acorda os primos, toma café (café mesmo, gente! Puro! Pretinho! E nem perde o sono por isso!), come em hora errada (isso foge às minhas regras mas, também está valendo! Afinal de contas, a casa do vô Preto é a típica casa de vô, onde se pode tudo. Uma loucura!)

Temos mais duas semanas. Metade já foi.
Ela diz estar com saudades dos amigos e da escola, mas que tá curtindo pacas as férias, isso eu não tenho dúvidas mais!

"Catapôco, mamãe!"

Primeiro diálogo de hoje cedo:
-"Lú, você quer ir no vovô Preto e levar suas tintas e pincéis pra pintar com as crianças, ou quer ficar aqui com o papai, e lavar a piscina?"
-"Lavar a piscina catapôco, mamãe. Quélo í no vovô Peto agora."

Catapôco = daqui a pouco

A-do-rei!

Catapôco é muuito mais bonitinho!

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Amigo secreto e Que fim levou o Bidu?

Na semana passada recebemos o presente do nosso amigo secreto.
Demorou, mas valeu a pena!
A Nine, mãe da pequena Ísis, nos mandou O Livro das Fadas, de Betty Bib.



O livro mostra um mundo maravilhoso para as crianças, com lindíssimas ilustrações.
A primeira parte dele responde às perguntas mais comuns, como "de onde vêm as fadas?", "como encontrar uma fada?" e "qual é o tamanho de uma fada?". Depois, descreve as diferentes espécies, desde as antigas como a Fada da Árvore de Natal e a Fada do Campo, até as pouco conhecidas, como a Fada das Meias. Na última parte, a autora mostra como atrair as fadinhas, usando as pequenas, e boas, coisas da vida.
Nem preciso falar que a Lulú adoroou, e diz que ela é a "Fada do Sorvete de Uva". Pra quem entende delas, será que existe?
Obrigada Nine, pelo presente e pelo bom gosto. As fotos da  Ísis do blog são demais! Ela é linda! Parabéns.
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E levamos o Bidu pro nosso apartamento no dia 25!
Passou a noite lá, fez 201 xixis e 15 cocôs, e com isso, assinou seu atestado de ADEUS. Então, dia 26, levamos o belezinha pra casa do Vô Preto, pois lá tem mais espaço aberto e crianças pra cuidar dele. Tivemos a certeza de que não estamos preparados para ter um cãozinho em casa.
Luísa concordou sem problemas, em deixá-lo no vovô. Lá ele nunca ficará sozinho, contrário do nosso apartamento. E como nas férias ela tem ficado todos os dias na casa do Vô Preto, já que o Vô Branco tá viajando, tá curtindo pra caramba o cãozinho.
Desculpem decepcioná-las, mas já tenho muito o que fazer. Lamento pelo fato de saber que poderia ser um amigão pra nós todos, mas, enfim, não era tempo.
Bidu tá felizão, dorme dentro de casa, brinca o dia inteiro com as crianças, acorda tarde, come e bebe da melhor ração. Enfim, mehor que lá não há.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Pequeno relato

Luísa pediu e ganhou uma bola verde do Papai Noel.
Sexta-feira, 24 de dezembro, encontramos o bom velhinho no shopping e ela fez questão de ir até ele confirmar o pedido.
Sábado, dia 25, quando acordou e viu o embrulho redondo embaixo da árvore, gritou:
"Ele veio, mamãe!"
Isso eu quero manter por mmmmuito tempo!
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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Uma bola do Papai Noel e desejos sinceros

É isso mesmo. Minha filha quer uma bola de presente do Papai Noel.
Até encontramos com ele esses dias e ela fez questão de lhe falar pessoalmente, pra não esquecer de passar lá em casa e levar a bola.

E aí que nós adultos - eu especificamente - fantasiamos, gastamos horas decidindo o que comprar, quanto gastar, e ela, simplesmente, quer uma bola.

E quando questionamos se era "SÓ UMA BOLA MESMO?", ela respondeu:
-"Ah, tá bom. Duas bolas!"

Tô atrás da bola dela ainda. Vou deixar embaixo da árvore no dia 24 à noite, pra ela pegar no dia 25 pela manhã.

Quem disse que Papai Noel não existe?
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Mas do papai e da mamãe ela vai ganhar um sonzinho lilás. Um toca cds. E ela vai adorar porque já vem com uma cartela de adesivos.
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Não sei como será meu dia por esses dias, mas provavelmente terei muito o que fazer e colocar em ordem.
Se não conseguir postar, desejo à todo mundo que o Natal seja feliz, e que o Ano Novo e o ano que vem sejam cheios de novidades, planos alcançados, sonhos realizados, atitudes tomadas, dietas engrenadas, contas recheadas, mesas cheias e muito, mas muito amor e carinho. Pra toda gente boa que passar por aqui!

Hoje você não vai trabalhar, né mãe?

Tem frase pior que essa?

Lulú tá de férias e, ao invés de contratarmos uma babá, chamamos a priminha mais velha - 12 anos - pra brincar com ela na casa da minha mãe todos os dias. Montamos um estoque de brinquedos, compramos uma bicicleta, mas nada, nada supera o Bidu, que simplesmente passa o dia no colo dela.

Mas o pior, pior mesmo é ter que ouvir todos os dias se eu não vou trabalhar mais.

Por vários motivos, se eu continuar trabalhando com turismo, terei que ter minhas férias sempre junto com as dela. Bom, porque assim nos curtimos bastante, e também porque é sempre em janeiro que vamos pra Bahia. Ruim, porque nesta época as viagens são sempre mais caras.
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E voltando a comentar sobre o aniversário da Lú, ela teve duas festinhas: a de casa e a da escola. Em casa ela chorou na hora do "parabéns", e na escola não.
A professora me mandou as fotos da festinha - por sinal pessimamente tiradas com um celular, mas dá pra se ter uma idéia de como foi.




quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Ela venceu...

...e acabamos adotando mesmo o Bidu, um viralatinha simpático e brincalhão de 40 dias.

Tentei várias coisas pra tirar da cabeça da Lulú que o Biduzinho seria dela, mas não teve jeito. Fulaninha já acordava perguntando do cachorrinho, então achamos melhor mantê-lo e fazermos um teste. Sabemos que é sarna, pulguinhas e carrapatos que arrumamos pra nos coçar, mas vamos tentar.

E também tive vários apoios. Várias pessoas me escreveram e disseram que vale a pena, que ter um bichinho em casa deixa a criança mais tranquila e pode ensiná-la muitas coisas. E li também que animais em casa podem ajudar na criação de resistência contra as crises alérgicas.
Isso eu conto depois.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Eclipse

Só agora, lendo o post da Carol, me dei conta de que nessa madrugada, abri os olhos e me deparei com esta imagem:



Meu Deus, como ando dispersa, desatenta! A Luísa estava na nossa cama, a janela do quarto estava meio aberta, e a lua estava linda, mas eu nem me dei conta do raro fenômeno.
Ando muito um pouco cansada da vida de sair de casa às 8h e voltar às 20h. ando com a cabeça cheia de coisas pendentes e não presto atenção nas coisas mais básicas e evidentes. I gotta change...

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Movimento Sanguenozóio - carta aos dePUTAdos

Incrível a atitude da Mari, do Pequeno Guia Prático para mães sem prática, em escrever uma carta linda aos deputados de Brasília, caras de pau, sem vergonha alguma de existir e aprovar baixarias.

Quero que todos leiam a carta, e se possível, assinem o abaixo assinado que tá rolando.
Pelo amor de Deus, como pode esses cara mal lavadas aprovarem uma barbaridade de 61,7% de aumento nos salários deles? E o meu aumento de salário, cadê? Quem vai me dar? Meu marido (personal)? Meu chefe (agente de  viagens)? Minha mãe (dona de casa)? Meu pai (gerente de vendas)? CACETE!! Eu mereço também!! Sim, porque trabalho dentro e fora de casa, e porque não tenho tempo de  fazer minha unha, de ir ao banheiro sempre que quero, ou de tirar aquela manchinha da parede que vem me incomodando há tempos....

Vamos fazer barulho e fazer com que todo manifesto chegue aos ouvidos sujos e às bundas gordas desses caras, ok?

domingo, 19 de dezembro de 2010

A difícil missão de fazer a lista de convidados

Festa é festa, é sempre bom, sempre gratificante,  mas que fazer a lista de convidados é difícil, aaaaah isso é! Pelo menos pra mim é sempre um sofrimento, porque conhecemos muita gente, temos vários círculos de amigos, família grande, e dificilmente conseguimos convidar todo mundo.
Este ano fizemos a festinha da Luísa no salão do prédio. Espaço pequeno, mas aconchegante, com chafariz e um parquinho, certamente com muito mais espaço que na casa da minha mãe. Mas, mesmo com esse espaço extra, existiu um limite de convidados: 50 pessoas. Normas do condomínio, pra não atrapalhar o resto da vizinhança.
Mas parente e amigo nenhum entende isso. Na hora da festa, todo mundo quer é ser convidado. E pronto!
Mais difícl ainda é depois ouvir a cobrança dos outros.
"Você não convidou fulana?"
"Achei mesmo estranho, mas não fui convidada!"
O engraçado ainda é escutar: "Você não ia me convidar?"
E mais engraçado ainda é que são as mesmas pessoas que você pede, convida, implora o ano inteiro pra ir na sua casa, comer uma pizza, fazer uma visita, e nunca vão.

Como proceder á isso? Alguém tem uma sugestão?
Porque eu, sinceramente, não tenho.
Minha mãe fala que ou eu faço uma festa e convido todo mundo, ou não faço nada.
Não concordo, porque faço festa dentro das minhas condições, sejam elas quais forem, e não vou deixar de fazer uma festinha que seja, porque não posso convidar as 100 pessoas da lista.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Ninguém precisa disso...

Seu filho não merece isso e nem você merece ter uma foto dessas!
Afinal, você não gostaria que os outros rissem da sua cara de pavor!!


sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Bronca no filho dos outros

Dar bronca no filho dos outros é uma coisa complicada. Tem gente que aceita, e tem gente que não aceita.

Aniversário da Luísa, e num determinado momento, a criançada correndo pra lá e pra cá na chuva, e eu tendo altos chiliques com eles, mas, claro, com  a permissão das mães presentes.
Porque sempre peço permissão para dar bronca.
Sei que tem mães que não gostam, que pensam que o filho é a coisa mais fofa e meiga e quieta e delicada da face da terra, e só ela não vê que o figura é um monstrinho disfarçado de anjo.

Não que eu não goste que façam isso com minha filha. Na verdade eu não ligo, desde que eu sinta que a bronca é pro bem e numa boa. E principalmente se a pessoa já for mãe. Por ela saber que toda criança, em certos momentos, abusa mesmo.

O que vocês acharíam de algum adulto conhecido seu e de sua família chamar a atenção ou mesmo dar bronca no seu filho?

E vocês, dão bronca, ou chamam a atenção do filho das amigas, na fente delas?

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Nossa, quanto presente!

Olha, tudo bem falar que a gente não pode ser consumista, e muito menos incentivar nossos filhos a ser, mas que delícia que é dar e ganhar presentes, né?
E vou falar do ponto de ganhá-los.

Luísa  ganhou muita coisa de aniversário. Muitas caixas, e a maioria delas, grandes.  E vem cá: presente grande impressiona, né? Nem importa o que tem dentro: é grande, impressiona e pronto.

E com a festinha de ontem na escola, juntamos mais e mais caixas e presentes deliciosos.

E o que fazer agora?
O combinado era que se ela ganhasse um monte de brinquedos novos, iríamos sentar e separar aqueles que ela não brinca mais e doá-los. No começo da conversa ela relutou um pouco, mas ontem, ela me disse que ia dar alguns brinquedos pras "ôtas quianças". Legal! Lindo da parte dela, mas percebi que os brinquedos que ela quer dar às outras são brinquedos que ela realmente não gosta. Como, por exemplo, um Papai Noel que ela acabou de ganhar. Não quer o coitado de jeito nenhum! E ele é tão fofo, tão meigo, tão gordinho! Mas não há meio. Não quer e pronto! O coitado está na caixa de doações já.

E o monte de brinquedos novos que ela ganhou fiz assim: desembrulhamos todos, claro, mas não abrimos todos ainda. Fui desembrulhando e falando pra ela quem tinha dado.
É muita coisa, e acho que ela acabaria enjoando logo, não brincaria com nenhum direito e acabaria largando todos de lado na mesma hora. Então, coloquei muitos deles em cima do guarda-roupa e, à medida que ela for enjoando dos atuais, vamos abrindo novos. Então penso que teremos sempre uma novidade.
Não acredito que terei problemas com isso porque ela sabe que eles estão lá, e não corremos o risco dela peensar que estamos comprando cada semana um. Não tem nada escondido. Só guardado.

Tempo de Brincar....se Papai do Céu ajudar!


"Papai do Céu, faça com que essa chuva chata, mas muito chata mesmo, pare logo, pra que a gente possa ir ver o Tempo de Brincar na Praça Coronel Fernando Prestes hoje, às 19h. Amém!"

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

E o parabéns de hoje foi...

... um sucesso!

Liguei na escolinha pra saber como foi a festinha e a "tia" me disse que foi super legal, e que ela não chorou na hora do parabéns!

Alguém tem uma explicação pra isso?
(1) Por que em casa na hora do parabéns ela chorou muito,e na escolinha não?
(2) Será mãnha em casa?
(3) Era sono?
(4) Emoção?
(5) Foi por vergonha que ela não chorou na escola?
(6) Por indiferença?
(7) De felicidade porque todos os amiguinhos estavam ali com ela, e a mãe não?

Seja lá qual for o motivo, fico feliz com a independência da minha filha.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Festinha de aniversário na escola

E é hoje a comemoração do aniversário da Lú na escolinha. Ontem fiz mais 30 cupcakes e 50 brigadeiros, enquanto Luísa assistiu pela vigésima vez o filme Alvin e os Esquilos.

E quando pergunto quem é que cannta a música I'm single ladies ela responde: "são as esquiletes!"

Bom, espero que ela e divirta na festa da "Bábi",  que não chore na hora do parabéns, mas sei não, viu!
A figurinha é manteiga derretida igual a mãe.

E tem mais da festinha em casa.




Folias de Natal

Olha eles aí de novo em Sorocaba: Tempo de Brincar em Folias de Natal. Que delícia! Presentão de aniversário pra Luísa no dia 16 de dezembro, às 19h na Praça Coronel Fernando Prestes.
Até os adultos se puderem ir, vão lá! Garanto que não irão se arrepender.

"Papai do Céu, espero que não chova. Amém!"

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Da festinha e dos preparativos

Bom, e aí que eu comecei a preparar a festinha de aniversário da Lú já em março deste ano.

Acho lindo e prático fazer festinhas em buffets infantis, e aqui em Sorocaba tem uma variedade grande deles, um mais lindo que o outro, e para todos os bolsos, só que nós não temos muitos amigos com crianças, e então decidimos que vamos fazer as festinhas dela em buffets só quando ela pedir e quando tiver amiguinhos da escola que possam ir. Por enquanto vams caprichando por aqui mesmo.

Já em março comprei as lembrancinhas. Tubetes e bisnagas para brigadeiro mole. Depois comprei os vasinhos e florzinhas de madeira. Fui aos poucos pintando, colocando fitinhas e colando palitinhos.
A medida que ia fazendo, ia guardando em cima do guarda-roupa, assim não ficava olhando pra tudo aquilo, e com isso não correria o risco de enjoar deles.

Só esta semana que fizemos o grosso da coisa. Enchemos os tubinhos, fizemos brigadeiro, os cupcakes, fizemos a decoração, enfim, foi uma canseira enorme, mas que valeu cada tempo. Digo fizemos porque a todo momento tive ajuda de queridas. Foi demais!

Resultado?
Esse aqui ó:














Primeira ação do SWU Kids

Tenho recebido feedback do Állan, da Pólvora! Comunicação à  respeito do SWU Kids e estou super interessada e empolgada, pensando em quem serão os artistas a se apresentarem no palco. Já estou me imaginando lá com a Lulú, curtindo!
E neste final de semana que passou teve a primeira ação para a divulgação ddo SWU Kids. Falei do lançamento do livro "5 Rs para um mundo melhor”, escrito pela publicitária Rony Fischer e a antropóloga Simone Vale sobre as bases para a criação de hábitos sustentáveis e a compreensão do ambiente em que vivemos.
Recebi e passo pra vocês. Bela iniciativa. Sou super a favor e quero compartilhar aqui.

“É um assunto vital nos dias de hoje e qualquer questão sobre o nosso planeta vai passar, necessariamente, pelas crianças”, disse Samuel Seibel, dono da Livraria da Vila. Samuel comentou ainda sobre o ineditismo da obra. “Não tinha aqui nenhum titulo que fale tão diretamente de sustentabilidade para crianças como este lançado agora”. Bem, então, agora temos!


"Mas, do que afinal trata o “5 R’s por um mundo melhor”? O Portal SWU entrevistou uma das autoras, Rony Fischer, que explicou cada pedacinho do livro que pode ser lido por crianças e adultos. Vamos lá!


Rony, de onde surgiu a idéia de fazer um livro com essa temática para crianças?


Rony Fischer: Eu estava super envolvida com o SWU, me interessei pela causa e queria fazer alguma coisa. Comecei a participar das reuniões, queria ser voluntária de alguma maneira e percebi que falar com as crianças seria essencial. As crianças, além de serem mais abertas, são o nosso futuro. Assim, comecei a me dedicar a este projeto e fui fazer esse livro, com o desafio de traduzir todo esse conceito para uma linguagem acessível para elas. A idéia era despertar a consciência e o inconsciente delas.


Quanto tempo levou para que o livro ficasse pronto?


RF: Foram 5 meses para a redação de todo o conteúdo e mais uns dois meses para a ilustração.


Você conversou com muitas crianças nesse processo?


RF: Conversei, mas não muitas. Minha pesquisa foi mais na linha da filosofia infantil, conversei com pedagogos, li muito sobre o assunto, mas o processo foi também muito intuitivo. Mas não teve uma pesquisa com crianças, isso não.


E para qual faixa etária ele se destina?


RF: É infanto-juvenil, dos 8 aos 12 anos. Mas é também destinado aos pais, que podem ajudar até crianças mais novas, que ainda não sabem ler.


O livro traz os 5 R’s que, além dos 3 tradicionais R’s (reduzir, reutilizar, reciclar), apresenta mais dois. Por que esses novos dois R’s?


RF: O respeito e a responsabilidade são fundamentais. É o motoqueiro que não respeita o carro, que por sua vez não respeita o motoqueiro e nem o ciclista. Esses dois R’s são base até para os outros 3 R’s. Sem falar que para a criança é mais fácil aprender sobre Respeito e Responsabilidade, porque isso faz parte do dia a dia delas. Eles são a mola propulsora para todo o clico.


Conta como surgiu a idéia do adesivo que vem junto com o livro?


RF: Ah, assim. Eu queria fazer uma atividade para cada fim de capítulo, trazer algo mais interativo para o livro. Daí veio a ideia de fazer os adesivos, é uma maneira do conceito do livro perdurar mesmo depois dele ter sido lido. Quando a criança for abrir o caderno, ou a porta do armário, ela vê o adesivo e lembra de que aquelas ideias devem estar na nossa rotina. Foi uma forma do livro seguir interagindo com a criança mesmo depois.


Das várias dicas de jogos e brincadeiras que o livro traz, qual a sua preferida?


RF: A que eu mais gosto – e que brinco com minhas filhas até hoje (e olha que elas não são mais piticas, hein?) – é a “Feira”. É muito legal porque você trabalha sua memória, seu raciocínio, e é uma brincadeira com várias variáveis.


Rony, de todos, qual foi o conceito mais difícil de se traduzir para o livro?


RF: Respeito e responsabilidade foram os mais difíceis. Porque o desafio era fazer com que as crianças pudessem entender sem deixar aquilo chato, sem ficar muito “adulto demais”. E no início ficou assim e eu não gostei, aí fui conversar com especialistas que me ajudaram a encontrar uma linguagem mais acessível para as crianças.


E o livro precisa ser lido linearmente, do início para o fim, ou é possível uma leitura mais aleatória?


RF: Sim, é verdade. É um livro redondo, independe de você começar lendo sobre responsabilidade ou respeito, ele fará sentido de onde quer que você comece. Não é um romance que se você não ler o começo você não vai entender o meio. É um livro de consulta, de informação, traz essa flexibilidade para leitura.


Foi usado papel reciclado para a impressão do livro? E, ainda: é possível que todos os livros fossem produzidos assim?


RF: Sim, usamos papel reciclado para todo o livro. E acho que é perfeitamente possível que todos livros fossem produzidos dessa forma, sim! Por que não? Durante anos nós usamos a nossa inteligência e tecnologia a serviço do homem, está na hora de começarmos a fazer isso a serviço do planeta. É só querer que é possível!


Para finalizar, Rony, você acha que as crianças de hoje estão realmente atentas a essas questões?"


RF: Acho. E muito. Por que elas serão, na verdade, as maiores prejudicadas. A criança copia muito o adulto e por isso que nossa atitude é também muito importante. Mas vejo que hoje as crianças tem iniciativas que antes a gente não tinha. Então, não é tão difícil, mais difícil é os adultos se adaptarem a novas rotinas. Mas as crianças não, elas são mais abertas e absorvem muito fácil as mudanças. Estou muito otimista com relação a isso. Temos que acreditar. Sempre!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Várias coisas se passaram...

Blog abandonado, leitura atrasadíssima, tudo por conta da correria final para a festinha da Lú, que foi ontem, e tudo, absolutamente tudo, valeu a pena!

Vizinhas, amigas e primas, vocês foram demais. Foram ótimas mesmo. Altas conversas, altas fofocas e papo sério, valeu! Nada mais precioso do que ter vocês aqui em casa. Podem abrir a geladeira, ok?

Carência de mãe ou culpa?
Nesses dias de loucura e correria total, não tinha tempo pra brincar com a Lulú. Quando a pequena dormia, batia aquele remorço. Bem de manhazinha, depois que o marido saía pra trabalhar, eu corria lá no quarto dela, pegava ela no colo e trazia pra minha cama pra dormirmos abraçadinhas.

E ontem todos em casa acordamos cedo!
6 da manhã.
Descemos então para encher as bexigas, e Luísa, mesmo tendo febre a noite inteira estava se divertindo.
Então o marido teve que sair para fazer um atendimento, e como havíamos combinado, levou a Luísa pra casa da vovó, assim ela almoçaria e voltaria pra casa só mais tarde, pra que eu pudesse da conta de tudo.
Só vi os dois indo embora, Luísa de mãozinhas dadas com o Lucas, feliz da vida por estar ali ajudando. Aquilo me apertou o coração de um jeito, que me arrependi amargamente de tê-la "dispensado". "Ela tava ajudando, participando, e estava se comportando super. Não precisava ter ido pra casa da vó". Fiquei tão agoniada, que quando ela chegou de volta com meu irmão, eu chorei! Mas chorei tão sentida, tava com tanta saudade, que até parecia que tinha ficado uma semana sem vê-la. Carência ou culpa?
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E a agitação e ansiedade eram tantas, que Luísa sonhou e falou a noite toda.
"Vovó Sulí, eu quelo alface", "papai, pála de sê egoíta!" - essa é nova. Deve ter aprendido esta semana na escola - e a mais engraçada de todas, que nos fez morrer de rir em plena madrugada: "pu-ta-qui-pa-liu!". No mínimo deve ter se irritado com algum coleguinha da escola e mandou ele pra pqp mesmo!
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E a febre? Alguém explica? Passada a festinha, a febre se foi. Será já o emocional se manifestando?
Lucas garante que ela teve febre ainda hoje, mas sei não!! Papai é exagerado!!
Correu atrás dela pra não entrar na piscina porque estava "queimando de febre", mas não deu certo não. Ela, pra escapar, deu um mergulhão e a cena foi hilária.
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Volto amanhã pra contar sobre a festinha

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

SWU Kids

Acabei de receber no meu e-mail uma informação muito legal.


Ano que vem acontecerá o SWU Kids. Não só pelo fato de ser o movimento que é, mas também porque imagino ser um mega evento, com mega grupos de música infantil, que todos aqui em cassa adoramos – papai, mamãe e Lulú.

Pra quem não sabe, o SWU é um movimento que nasceu com o propósito de conscientizar, mobilizar e engajar pessoas para a prática da sustentabilidade por meio de uma grande plataforma de conteúdo e entretenimento. E dado o sucesso do SWU Music and Arts Festival, o evento volta em 2011 trazendo também o SWU Kids: uma iniciativa do SWU para educar nossas crianças sobre sustentabilidade.

Como um dos caminhos para grandes mudanças é através da educação vinda da infância, o movimento está apoiando o livro “5Rs por um mundo melhor”, escrito pela publicitária Rony Fischer e a antropóloga Simone Vale sobre as bases para a criação de hábitos sustentáveis e a compreensão do ambiente em que vivemos.

O lançamento oficial do livro ocorrerá neste domingo, dia 12 de dezembro, na Livraria da Vila (Shopping Cidade Jardim).

Para quem se interessar, mande e-mail de confirmação até às 16:00 de hoje, para allan@polvoracomunicacao.com.br

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Boa notícia

Fico muito feliz quando fico sabendo que alguém muito querida está grávida. Acho que pelo fato da gravidez ter me trazido muita coisa boa, muita maturidade, ter desenrolado o que estava enrolado, melhorado o que já era bom, dado jeito no que não tinha jeito e ainda trazido muitas bençãos pra minha vida.

Sempre que fico sabendo de alguém, sinto vontade de estar perto e à disposição, para compartilhar experiências, alegrias e novidades, ajudar nas festinhas, nas compras, na decoração!

Sei que cada mulher tem seu jeito de ver a gravidez, e sei também que nem toda mãe é igual, mas o desejo que tenho é que toda mãe seja a melhor mãe e curta o melhor que vem junto com a gravidez.

Semana passada descobri que uma Prima muito especial está grávida novamente, e que está tudo "nota 10 com estrelinha", como ela me disse. Depois de ter passado por um aborto e ter ficado muito triste, seis meses de "pausa" e está grávidinha de novo.

Prima, que esse bebê venha com muita saúde, e que te traga muitas bençãos e alegrias.
Que você aprenda a ser mãe como eu aprendi, e ame muito tudo isso.
Curta cada momento, cada enjôo se tiver, cada paparicação, cada choro seu, enfim!
Que sua família seja muito feliz!

E acredite em uma coisa: você nunca mais estará sozinha.

Resoluções – ou revoluções – para 2011

Como todo fim de ano que se preza, muita gente senta e repensa no que fez, em como fez durante o ano, e onde se deve mudar. Acho que sou assim, e não que eu sempre consiga mudar muita coisa no ano seguinte, mas pelo menos faço planos, invento, sonho.

E pensando que meu 2010 foi totalmente voltado pra minha casa, minhas dívidas, minha filha e meu blog, preciso mudar!

Preciso mudar, porque juro que esqueci de mim.

Não fiz minhas unhas, não fui pra academia, não voltei pra capoeira como havia prometido, não dei atenção suficiente pro meu marido, não economizei e não me encontrei com minhas amigas.

Não que minha vida esteja uma ruim. Muito pelo contrário: adoro minha casa, estou muito feliz com meu trabalho novo, me dou muito bem mesmo com meu marido, e tenho muitas amigas novas aqui no prédio. Mas preciso resgatar algumas coisas que se perderam à medida que fui tendo novas responsabilidades.

"Você não está gorda. Só está fora de forma". Quando se tem um marido personal e sarado, essa frase não é bom sinal, certo? Só que penso que preciso voltar a fazer algo mais por mim. Só pra mim, sabe? E então uma das minhas mudanças para 2011 é "sair uma vez por semana com minhas amigas, ou sozinha". Recuperar amizades, fazer outras novas e me desligar um pouco de casa, do marido e da Lulú. Quem me conhece sabe que sou uma mãe 100% Lulú. E isso, por melhor que seja, cansa!

"Fazer as unhas fielmente e semanalmente". Não queria cair no plágio, mas estou literalmente uma "mãemulher urso panda": branca, peluda, fora de forma e com as unhas ridículas!

Uma amiga certa vez disse uma coisa que eu nunca vou me esquecer. Eu estava triste por algum motivo, e ela me disse que não podia ficar daquele jeito, pois minha filha merecia ter uma mãe linda. Sempre penso nisso, e sinceramente, quero que a Luísa tenha orgulho de mim.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Só registro

Sou uma mãe sem jeito mesmo, porque ao invés de estar dormindo há horas, desde que a Lulú dormiu, ainda tô aqui colocando as coisas em ordem e escrevendo no blog. Minha nossa!
Depois de um final de semana inteiro de sol (Deus foi bom!) e piscina (tô uma uva passa de tanta água!), tô só o pó, e preciiiiiiiiiiiiiiiso descansar. Luísa chegou em casa capotada já, e pelo jeito (espero eu, de coração) vai até amanhã. Papai definitivamente virou mestre (nosso orgulho!) e a festa foi demais! Evento no Supermercado Extra, muita gente lá, Luísa não deu trabalho algum, e até topou dividir um Mc lanhe feliz comigo. Na verdade ela comeu uma promoção inteira sozinha mesmo, e eu, outra! Tá, mas é porque não tinha outra opção lá que a gente quisesse mais que um Mc Donalds. Não é rotina, portanto, estamos perdoadas.

Na piscina Luísa é peixe. Não nada ainda, mas se vira.
Brinca, pula, mergulha, bebe água. E pra sair, só por uma troca muito justa. Motivo pelo qual estou uma uva passa.

Esta semana ficarei bem ausente, porque é a semana da festa da Luísa, e tenho várias coisas pra terminar. Tenho umas queridas me ajudando, e acho que a festa vai começar mesmo na sexta-feira, quando vamos começar a montar a decoração, fazer os brigadeiros e os cupcakes. Tô começando a ficar ansiosa, e não vejo a hora. Tá tudo indo meio que no chutômetro de quantidades, mas no final dá tudo certo.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

A doação

Final de semana chegou, temos o evento de capoeira do marido pra acontecer hoje, amanhã e domingo. Evento muito importante porque Lucas receberá sua graduação de mestre, e todos nós estamos super ansiosos e felizes por isso.
E época de evento é sempre uma correria. Corre-se atrás de patrocínio, chácara pra alugar, espaço pro evento, divulgação, doações de alimentos, e foi aí que a coisa engraçada aconteceu.
Lucas me liga e diz: "amor, ganhamos 5 caixas de ovos e 15 frangos da granja de Itapetininga. Agora tenho que ir buscá-los". A sorte foi que Papai do céu deu um tóctóc na cabeça dele e o fez pensar e ligar pro "doador" antes de sair de casa. Os frangos eram vivos! Como estamos na fase do Alvin e os Esquilos aqui em casa, já imaginamos papai voltando de Itapetininga com 15 franguinhos cantores devidamente amarrados no cinto de segurança. Obrigada dona granja, mas da próxima vez vê se facilita!
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Amigo secreto da Lulú, colocamos seu presentinho no correio hoje!!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Que coisa doida

Alguém me dê uma explicação:
Ontem Luísa tava em crise, com muita tosse e muito catarro. Digo MUITO mesmo!

Na madrugada trouxe ela pra minha cama, e ainda tossia bastante. Quando amanheceu, parou de tossir e relaxou, se esborrachou na cama e dormiu gostoso. Fiquei com pena de acordá-la, mas eu tinha que trabalhar. Acordou super de bom humor, ainda deu umas tossidas, vonitou um pouquinho, mas fomos pra escola. Dia passou, muito bem, obrigada.

Hoje a noite: cadê a tosse?
Sumiu! Nenhuma tosse!
O que aconteceu?
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Amigo secreto da Lulú, amanhã colocaremos seu presentinho no correio!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

E a maldita tosse

E Luísa tá em crise de novo. Olha que novidade!
Incrível como a tosse chega de repente e rápido.
Ontem mesmo ela dormiu super bem, e hoje, já valeu uma inalação, quase 3 mls de Desalex, 1 colher de xarope da vovó Isabel e água. Bastante água.
Lucas disse que foi o sol e calor do domingo.
Sim, porque a alergia da Luísa é do sol, da chuva, do vento, da brisa, do ar fresco, do ar quente, enfim, acho que ela só não tem alergia do clima da Bahia!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

O auge do cansaço da mãe aqui ó

Durmo cansada e ainda acordo cansada e com todos os ossos doendo.
Passo o dia bem, mas quando acaba o expediente, acabam-se também minhas pilhas e meu bom humor.

Ontem cheguei em casa tão cansada que não fui capaz de dar banho na Luísa. Única coisa que pensei foi ela não vai morrer se ficar uma noite sem tomar banho.

Fui me atrever a passar umas roupas da Lú em cima da cama, e adivinha? O ferro escapou da minha mão e caiu na minha perna. Merda.

Tô com a última parcela do apartamento atrasada por pura preguiça de ir até o banco fazer o depósito.

Não consigo fazer minha dieta porque acho mais fácil passar manteiga no pão do que colocar sal no bife e na salada, que já vem lavada.

Ginástica não tenho pique nem tempo pra começar.
Depilação? Pra quê?
Parar de comer unha? Aff, não precisa!

Antes levava Lulú na natação aos sábados e aos domingos íamos ao parque, ao shopping, ao teatro. Ultimamente temos ficado na casa da minha mãe, eu sentada na rede e ela procurando o que fazer.

Me irrito com ela com facilidade.

Depois quando ela dorme, bate aquela dor na consciência, aquela vontade de acordá-la pra poder brincar...

Nossa, preciso fazer alguma coisa.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Poucas e boas

E vá convencer a Luísa que filhote de cachorro não é macaco.
Katy, minha poodle pariu e deu à luz seis lindos e completamente pretinhos viralatinhas. Vem Luísa e solta essa:
-"Nossa, mãe, quantos macacos!!"

Depois de um tempo, falei pra ela pra gente dar um nome a um dos cachorrinhos. E ela:
-"Cachorro"!
-"Não filha. Olha pra ele. Ele tem carinha de que?"
E ela mais uma vez:
-"Humm, macaco!"

Agora entendeu que filhote de cachorro é cachorrinho e de macaco é macaquinho. E tá apaixonada por eles, como já contei aqui no blog.
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Aniversário dela se aproximando, e a mais nova onda é me ameaçar:
-"Se você não me obedecer, não vai na minha féta!"
É mole? E eu tenho que escutar isso!

E por falar em festa, uma amiga me perguntou o que ela poderia dar pra Lulú. E eu, mais que humilde e educada respondo que não precisa se incomodar, que só a presença do Conrado amiguinho dela já basta, mas arrisquei a dica:
-"Dá o que você achar parecido com ela. Se achar um monstrinho nas prateleiras pode comprar!"
Luísa tá impossível!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Consumismo de mãe pra filha

Não sei se já comentei aqui que quando a Luísa nasceu, minha depressão pós parto se manifestou em forma de consumismo absurdado. Não podia ver nada de crianças que já comprava. Era roupa, brinquedo, preslhinhas, enfim, era sair e gastar. Tem até um episódio que gosto de contar, que foi quando voltei toda feliz pra casa porque havia conseguido ir ao shopping com meu irmão e não ter comprado absolutamente  nada. Mas foi chegar em casa, abrir a internet, entrar num desses sites famoosos de compras , e pronto. F&$u¨%&deu! Comprei!
Mas essa fase já passou, graças à Deus, à mim, ao meu marido, ao rombo na minha conta bancária e à minha percepção de que Luísa se divertia mais com as embalagens do que com o conteúdo propriamente dito. Fato que ocorre com a grande maioria das crianças, certo? Pois bem.

E hoje no site bebê.com li uma reportagem da colunista e pedagoga Tita Belliboni à respeito de filhos x consumo. Lá ela dá algumas dicas de como não influenciar nossos filhos nos dias de hoje. Vou listar aqui algumas linhas do que ela diz:

"Algumas razões bem claras contribuem para esse comportamento: as crianças hoje participam do nosso cotidiano praticamente o tempo todo. Assim, nos acompanham ao supermercado e nos assistem encher aquele carrinho todo com “compras”, vão conosco ao shopping e muito provavelmente presenciam mais “compras” e até mesmo a nossa alegria e o nosso prazer na loja de sapatos."

Luísa aaaaaaaaaaaaama sapatos!

" Elas entendem, dentro da sua possibilidade, que adquirir é fácil e que se você compra um montão de “brinquedos” pra você por que ela ficaria sem?"


" Só aí encontramos vários motivos para aprender a consumir porque realmente a criança ainda não tem conhecimentos importantes para compreender diferenças. Como ensinar? No supermercado, como em todas as situações em que agimos na frente das crianças “explicar”, explicar e explicar ajuda muito! “Você vai com a mamãe ajudar nas compras pra nossa casa?”. Deixe com que o pequeno participe e assim compreenda que aquele carrinho “lotado” de delícias é pra todos e mesmo aquilo que não parece atraente, como a sessão de produtos de limpeza, por exemplo, serve para deixar nossa casa limpinha, cheirosa etc. "

"Vejo muitas mães querendo impor limites, dizendo: “Você pode escolher uma coisa pra você”. Dessa forma, também estará registrando e tornando regra que todas as vezes que sair ou acompanhar uma compra terá direito a voltar com algo pra casa."

 "Vamos tentar trocar o ter por viver alguma coisa gostosa? Podemos tomar um sorvete. É um presente? É! Mas é vivido, experimentado, saboreado, curtido, dividido. Levamos para casa a sensação, e não mais um objeto que se perderá em poucos dias. "



Pra quem quiser ler a reportagem toda entra lá no site.
Pra mim serviu bastante, já que às vezes a gente se vê sem saída.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Marido também é papo de mãe

Ontem reclamei pro meu marido sobre a louça do almoço que ele tinha deixado sem lavar na pia.
Disse que de vez em quando ele podia sim lavar a louça, e blábláblá.

Resultado: hoje chegamos todos mais cedo em casa, marido já foi pra cozinha, lavou a louça que estava lá, preparou o jantar pra nós três, e ainda de quebra deu banho na Lulú, colocou pijama nela e só não a colocou pra dormir porque ela realmente não quis.

Exemplo, né? Morram de inveja!!
E ainda de quebra ainda prepara o café da manhã aos sábados e domingos, e só me chama quando está tudo na mesa, inclusive o meu pão quentinho. Meu único trabalho é adoçar o leite e passar manteiga no pão.

Claro que ele não é perfeito, mas que é um anjo, isso é.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Selo e questionário rápido

Barzinho ou balada?
Ultimamente, pizza em casa!

Beijo na boca ou abraçao?
Abração, independente de quem seja!

Café ou coca-cola?
Humpf! Coca, né!

Limonada ou caipirinha?
Depende do dia

Salto alto ou resteirinha?
Também depende...dos meus dedinhos

Batom ou rímel?
Ultimamente os dois..pelo menos isso!

Frango ou peixe?
Mignon

Calça jeans ou saia?
No verão, saia. No inverno, calça jeans

Cinema ou praia?
Praia

Livro ou TV?
Raquel, te plagiei em dois sentidos hoje. Copiei as perguntas do teu blog descaradamente, e a sua escolha: internet
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Observação rápida: dia sobrecarregado, cheio de coisas pra fazer ao mesmo tempo. Resultado: mulher extremamente irritada. Por este motivo, vou ali, já volto, dar atenção à Lulú, e relaxar.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Pagando a língua

Luísa não sai sozinha "sem eu". Explico: se estamos na casa da vovó e o tio resolve dar uma volta com a tão amada namorada, Luísa é convidada mas não vai. Só vai se eu for. Uma dependência total.

Mas sexta-feira, reunião de vizinhos no meu ap, e a vizinha da frente toda prestativa - um amor - se prontifica a ficar com a Luísa sempre que eu precisar, a qualquer hora, qualquer dia, de qualquer jeito. E eu retruco:
-"Ah bom seria se ela ficasse mesmo!"
E só pra confimar, ameaço:
-"Lú, mamãe vai sair um pouco, buscar o papai no trabalho. Você espera aqui com o Gábi?"
E ela, viadinha:
-"Sim, pode ir mamãe. Eu vou ficar aqui com o Gábi."

Outra:
Esses dias num churrasco na casa de amigos. Dono da casa pergunta se Luísa quer um Danone. Eu digo que não, porque ela não curte muito. Mas arrisco:
-"Lú, quer um Danone?"
Ela não só quis, como tomou dois!

Como disse a Carol, num comentário para a Camila, "ser mãe é tomar uma chuva de cuspe diariamente".

sábado, 20 de novembro de 2010

Se até o marido mente...

Bom, gente boa! Aqui é a mulher do Pinóquio quem vos fala!
Porque, se até o marido mente, como é que a pequena não vai inventar?

Em primeiro lugar, agradeço muito as meninas que comentaram o post anterior. Todas vocês quatro me ajudaram e me deram idéias ótimas, porque sinceramente acho que vale tudo, desde Piaget, à conversas sérias e historinha do Pinóquio. Adorei mesmo, vocês são muito queridas.

História engraçada: minha cachorra, que desde que me "casei", fica na casa da minha mãe, pariu! Seis "filotinhos" lindos, que Luísa está apaixonada! E aí, de repente, surgiu a minha pergunta e a possibilidade de levarmos um pro apartamento, já que este não deverá ficar muito grande. O caso é que quando comentei minha possível decisão, marido só disse o seguinte:
-" Pensa bem, amor, porque a gente não fica em casa o dia inteiro, cachorro vai ficar sozinho, mas sei lá." E morreu o assunto. Qualquer pessoa entenderia que o resumo do que ele disse foi exatamente "você que sabe".

Bom, hoje fui buscá-lo na aula de reflexologia e,  me contando empolgado que o colega de sala abriu um pet shop e que ele falou pro cara assim:
-" Não gosto de cachorro não! Aliás, lá em casa tá a maior briga porque minha mulher quer pegar um cachorrinho pra Luísa e eu falei que não tenho tempo pra cuidar de cachorro. Quero só ver!"

Na mesma hora falei pra ele:
-"Nossa, amor. Do jeito que você falou dá a impressão de que a gente tá brigando muito porque eu quero um cachorro. Que horror! O que o cara vai pensar?"

Enfim, chegamos na casa da minha mãe, Luísa já correu pegar os "filotinhos" da Caty e chamou o pai dela pra ver o "Bidu". E aí vai a papagaiada:
-"Ih, amor, pelo jeito esse Bidu já tem dona, hein?"
- "Não. Minha mãe disse que é melhor a gente não..." Ele me cortou:
- "Não? Por que não? Sua mãe não quer dar o cachorro pra Luísa? Por que?"
Esse "não" foi tão inconformado, mas tão decepcionado, que entregou a vontade do marido em levar o cachorro pra casa, mais até que a própria Luísa.
E, assim, pelo jeito, o Bidu já tem dona mesmo.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Não é mentira...então é o que?

Sem tanto drama, tá? Mesmo porque sei que isso é normal em toda criança - ou quase toda - mas o que eu faço, ou melhor, como devo agir, se pergunto pra minha filha como foi o dia dela, e ela me diz "legal", se ela brigou com algum amiguinho e ela diz que "não". Se pergunto se alguém deu bronca nela e ela diz "não", mas na verdade ela beliscou sim o amiguinho e ainda tomou a maior bronca da tia da escola?

E é só referente à esses atritos que ela "mente".
Porque se pergunto o que ela comeu na escola, ela me conta direitinho.
Ela sabe que tá fazendo coisa errada, né?
E como devo falar com ela? Uso a palavra "mentir"?
Sinceramente, e sem tanto drama, como disse, não sei como conversar sobre isso com ela.
Alguma dica, please?

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Falta tempo...falta pique...

Meu blogzinho anda meio abandonado, mas juro que é porque ando super cansada.
Não tenho acompanhad os outros blogs que sigo, e é fato que me faz uma falta! Mas, o que me consola é que minha filha não está abandonada. 
Esta semana temos chegado em casa super cedo, e pelo cansaço em excesso, tenho deixado tudo de lado e dado atenção só para a Luísa.
Ontem, por exemplo, chegamos, comemos e ficamos no quarto dela lendo. Ora eu contava uma história, ora ela. Uma delícia. Até que ela disse que já era noite e queria dormir. Virou de costas pra mim e pronto. Dormiu.

Aproveito pra contar que faz uns 3 dias que ela tem dormido na cama auxiliar. Cismou!! Diz que ali é mais legal. Hoje cedo, por exemplo, acordei e ela estava com as pernas embaixo da cama, o bundão pra cima, e só o tronco e a cabeça sobre o colchão auxilar. E vá mexer nela pra ver!
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E agora descobriu o "batuque". O tempo que estamos na sala de tv é o tempo que ela fica batucando num cestinho de lixo de madeira que tenho aqui. Agora, por sinal, são 22:47 e ela ainda tá batucando. Com dois lápis na mão, ela tem um ritmo incrível. Batuca "sopa do neném", ou então uma das músicas do Tempo de Brincar. Falo sério quando digo que ela tem um ritmo incrível.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Sobre o feriado chato e os esquilos

Final de semana prolongado em casa é duro. Criança cheia de energia querendo brincar e pais querendo dormir o dia todo. Como fica? Sabe que é nessas horas que morro de vontade de ter outro filho. Porque nos feriados Luísa está sempre brincando sozinha e nós, adultos cansados, sempre nos desdobrando pra agradá-la. Um irmãozinho seria ocupação e diversão garantidos pra todo mundo.
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Fato engraçado que acontece aqui em casa frequentemente. Luísa toma conta da televisão, e nós sempre acabamos aderindo aos seus programas preferidos. DVD do momento aqui em casa é Alvin e os esquilos. Pra quem não assistiu ainda, o filme é a coisa mais fofa e divertida do mundo. Na sexta-feira, tio Bruno e Dani vieram em casa. Pedimos pizza, e de repente, marido sai da mesa e sobe pra sala com a Luísa. Pra quê? Terminar de assistir o filme. Não ela, mas ele!E claro que nessa fase Alvin e os esquilos 4 vezes por dia, nós papais nos divertidos muito. 

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Tragédia

Achei tão bonitinho, e ao mesmo tempo tão trágica a foto da pata e seus patinhos.
As vezes eu tenho um medo grande assim. Coisa de mãe, né?
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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Preparativos pra festinha

Aniversário da Lulú chegando e mil coisas pra fazer ainda. Pois é, já comecei a me preparar pra ela há tempos. Fui comprando as coisas aos poucos, fazendo o que tinha pra fazer e escondendo, porque senão a gente enjoa, certo?

Dia 16 de dezembro é a data oficial, mas a festinha acontecerá no dia 11, e decidi que vou fazer tudo por minha conta: decoração e cupcakes. Até os lanchinhos saudáveis de verão sou eu que vou preparar. Claro que recrutando a ajuda das pessoas mais próximas e queridas, mas digamos assim, quase nada de ajuda profissional. Quase nada, mesmo porque algumas coisas já são demais pra mim.
(E acabei de lembrar que ainda tem a festinha da escola pra programar. Socorro, alguém me ajude!)

Luísa conta os dias pra festa! Não se conforma que todo mundo faça aniversário antes dela, e a cada festa que vamos ela pergunta se é dela também. Que dó!
"Mas calma, filha. A sua tá chegando já, viu"?

Tema definido há tempos também, e Luísa me vem com a história de que a festa dela será da Bábi. Digo "filha, do jardim da Bábi"? E ela, "da Bábi, manhê! Só da Bábi"! Sem qualquer chance terei que colocar uma Barbie sentada em algum lugar da mesa.

E agora a noite, enquanto eu terminava de pintar umas flores para as lembrancinhas, coloquei a madame pra pintar uma tela do "Gavabundo", marido da Lili, conhecem? Como ela mesma reconheceu, o dálmata simpático ficou mais parecido com um pato. Dálmata este que na linguagem dela é o Dalmo, cujo apelido é Gavabundo, namulado da Lili.

Mas voltando ao assunto festa, estou super empolgada com os preparativos, mesmo já prevendo a canseira e correria, afinal me propus a fazer absolutamente tudo. Uma loucura, mas sei que vai dar certo. Principalmente porque tudo o que está sendo feito é com muito amor, muita paciência (Ana Paula minha prima que diga!) e dedicação.
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Uma pérolazinha pra terminar o post e a noite:
"Mamãe, olha aquele ômbilus!"

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Da equação, do passeio frustrado e do fora pra acabar

Atualizando minha leitura dos blogs agora a noite, encontrei a Marina Fiuza, do blog Mãe Solteira Recém Casada falando que após tanto tempo "lutando contra a matemática", ela se diz ter se tornado profunda entendedora da matéria. Vejam lá a equação da vida dela. É bem adequada.
E me inspirei em dizer que minha equação de hoje a noite é:

cansaço + irritação x dor nos pés = melhor eu ir pra cama, já que Lulú dormiu cedo.

Mas antes quero falar rapidinho que inventei de ir ao shopping com a Luísa depois do trabalho e me arrependi. Na preguiça de ter que chegar em casa e ainda fazer alguma coisa pra gente comer, decidi que iríamos jantar no shopping, tomaríamos um sorvete do MC e depois passaríamos na Hering. Pra resumir, só eu jantei, Luísa derrubou a casquinha inteira no chão e na Hering, talvez amanhã, muito obrigada, até logo.
A baixinha tava danada demais. E minha paciência, curta demais.

Mas de engraçadinho, ela me deu outro fora.
Passando em frente ao feirão, lugar onde tem bastante motoqueiro treinando para fazer o exame para tirar a carteira de motoqueiro, ela pergunta:
-"Mãe, o que eles tão fazendo"?
-"Estão aprendendo a andar de moto"?
-"Onde eles vão"?
-"Em nenhum lugar. Eles estão aprendendo a andar de moto!"
E ela:
-"Mãe, você já disso isso!" tóinnn.
Bom, é isso.

domingo, 7 de novembro de 2010

Ainda a atenção

E aproveitando que estou falando de falta de atenção, cheguei a conclusão de que pais que não dão atenção suficiente aos filhos sofrem mais.

Estive observando uma mãe, na festinha da escola da Lulú. O filho dela é o amiguinho mais velho de idade que tem lá. É um moleque super problemático, que sempre apronta, bate nos menores, ainda morde, e quando é questionado disso, ainda diz que "não queria ter feito aquilo, mas a cabeça dele mandou ele fazer". Conheço a mãe dele da própria escola, e algumas vezes puxei conversa, comentando alguma coisinha que a Lulú falou dele, e antes mesmo de ouvir, ela já fez caras, ou de horrorizada (abre a boca e os olhos antes mesmo que eu conclua a história), ou de preocupada (levanta as sobrancelhas e entorta a boca, já com ar de desconfiada). Uma pessoa que nunca pára pra te ouvir com cara boa, mesmo porque já deve estar acostumada a ouvir só reclamações.

Mas aí, que na festinha, a mãe desse menino estava sentada bem atrás de mim, e de repente sumiu. O menino dançou só a primeira música e sumiu também! E isso me fez pensar na frustração desse menino, por de repente ter ensaiado mais de uma música e ter apresentado só uma. Mesmo porque a primeira música quase nunca é a mais legal, e as últimas são sempre aquelas que todas as crianças cantam ou dançam juntas e com todas as professoras.

E comparando isso ao fato de "ter aprendido" que com calma e paciência, mesmo que fingida - porque claro que tem dias que você fica com vontade de gritar muito - a coisa fica tão mais fácil de ser resolvida. A criança entende tão mais fácil. E o ambiente fica tão mais leve!

No dia que vi os caichinhos da Luísa no chão, claro que minha vontade era de xingar, gritar, chacoalhar, mas não, simplesmente respirei fundo e falei muito sério com ela, que "nunca mais você vai fazer isso com seu cabelo! Você não é cabeleireira e seu cabelo tá feio assim, tá?" - mas sem gritos. Ela chorou sim, mas porque percebeu que eu fiquei muito brava e que fez cagada.

Antes eu dava uns gitos com ela. Aqueles gritos de boca meio cerrada, sabe? Me irritava e ela percebia isso, porque ficava muito estressada também. Mas depois de perceber que na calma realmente se resolve mais rápido e sem traumas, tudo ficou muito mais fácil aqui em casa.

sábado, 6 de novembro de 2010

Outro susto, a raiva e a vontade de rir depois

Atenção é tudo o que uma mãe deve dar a seu filho, independente do cansaço, da visita inesperada ou da comida queimando no fogo. Porque se você não dá atenção, ele procura merda coisa pra fazer com que você preste atenção nele.
Veja a foto abaixo:




Pois este é o resultado por deixar uma criança sozinha na sala, perto de uma tesoura, que eu não entendo até agora que porra estava fazendo dando sopa por lá.

Tá bom, tá bom, a tesoura é dela sim, mas eu pensei que nunca ela fosse cortar os cabelos.
Mãe, não pense! Simplesmente evite deixar objetos perigosos ao alcance desses seres perigosos.

Sem mais para o momento.
Sinceramente,

Eu, a mãe que levou outro susto, além do de ontem, quando viu o montinho de cabelo no chão e sonhou poder ser só um engano, e que quando viu, abriu a boca de nervos, não conseguiu brigar muito com a "cabeleireirazinha de meia tigela", sentiu a maior raiva à princípio, mas que assim que viu que o estrago nem foi tão grande, ficou morrendo de vontade de rir, mas não o fez na frente dela.
Coisas de mães! É só mais uma história pra contar!

Obs.: vamos observar pra ver se esse cabelo não vai ficar "ruim" de vez!
Ai jisúis!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Susto, raiva e vontade de chorar depois...

Ontem estávamos na padaria, e Luísa se empolgou com um coleguinha da escola que também estava lá, e, brincando de correr e se esconder (brincadeira mais adequada para uma padóca, não?), resolveu sair correndo pra rua, e sei-lá-o-que quase poderia ter acontecido com ela se ela tivesse realmente ido pro meio da rua.
Viadinha de menina!
Que raiva que fiquei dela!
E o pior é que eu estava de salto muito alto, e não consegui correr o suficiente pra alcançá-la logo ali na porta. Tive que correr bastante. Cretina de menina!

Sabe quando você tem a impressão de que ela não vai pro meio da rua, mas de repente ela vai sim, e você pensa que não terá carro pra passar por cima dela naquela hora, mas ao mesmo tempo imagina uma desgraça que nem vou escrever aqui.....pois bem! Quando alcancei a danadinha na calçada, que graças a Deus não saiu pra rua, senti uma mistura de alívio, de raiva e uma vontade de chorar. Na verdade mais raiva que alívio! E uma vontade gigante de chorar!

Peguei ela no colo, tremendo desse sentimento todo que contei, e "enfiei" ela no carro, sem falar nada. Tava tão assustada e nervosa que nem consegui brigar. Só depois que falei um pouquinho e fiz ela prometer que não sairia mais correndo daquele jeito.

Hoje, na mesma padaria, antes de descer do carro ela me disse:
-"Mamãe, eu não vô corrê. Eu vô...eu vô...eu vô andá só, tá?"

Eu vô, eu vô, eu vô, eu vô, eu vô, na casa da minha vó!

E Luísa começa a guagejar...
 Li que isso tanto tem a ver com ansiedade como com um processo natural no desenvolvimento da linguagem. Luísa está em fase de conhecimento e de assimilação de acontecimentos. Ela já tem uma indepedência maior, e com isso, "pensa" e "se atrapalha". É normal entre os 3 e 4 anos de idade, e não se deve fazer nada, a não ser que a gagueira persista ou piore.

Quando digo "nao se deve fazer nada", quero dizer que não se deve interferir. Não se pode apressá-la, criticá-la e nem mesmo ajudá-la a terminar as frases. Com o tempo ela mesma se corrige.
Claro que se a gagueira persistir por muito tempo, é indicado procurar ajuda de um profissional, mas nada como uma boa dose de paciência, misturada a mais uma dose de bom humor pra levar isso numa boa.

Para saber mais, pesquise sobre Disfluência Infantil.

Delícias do dia a dia e de um dia especial

Mamãe, olha o círculo!!!!!










Desenha uma ávoli pá mim, mãe!!!!













Cadê seu celulái??
O pato mora no lágulo!
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E ontem foi a festinha da escola da Lulú. Formatura de uma turminha e apresentação das outras.
Luísa dançou "Bum chibum bum bum" das "Meninas" (humpf!), dançou uma outra do Reveleção (humpf!), que não me lembro o nome. Outra do Claudinho e Bochecha, "Se ela dança eu danço" (humpf!), uma de Natal, do Roupa Nova e "Uma partida de futebol", do Skank (humpf humpf!). Foi DE-MAIS e os humpfs são pela minha conhecida opinião de que criança tem que dançar e cantar música de criança, pelo menos na escola.

Mas eu imaginei que quando abrissem as cortinas e a Lulú nos visse lá na primeira fila do teatro, iria chorar, sair correndo do palco, descer e fazer feio. Mas não! Fez lindo! Lindo porque na primeira música ela estava demais de assanhada  e regateira. Na segunda, quando  nos viu, desabou sim a chorar, mas NÃO parou de dançar. Chorava e limpava as lágrimas sem perder a coreografia! Imaginem a cena! Ela é do tipo "cai a saia mas não perde o rebolado".
Minha estrelinha. Que orgulho. Ela estava demais.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Minha mãe tá chamando você!

Luísa tá na fase das "mentirinhas".
As frases mais típicas dela são:
- "Minha mãe falou pra você me dar coca-cola".
- "Minha pai tá chamando você".
- "Minha mãe vai ficar brava com você porque você me bateu".
- "Mãe, meu pai bateu em mim".
- "Mãe, minha vó falou que você é chata".

E é divertido, porque dependendo da "mentirinha", caímos direitinho.
Coisa mais normal eu chegar correndo perguntando pro marido o que ele quer, e ele me chamar de louca.
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domingo, 31 de outubro de 2010

A culpa é da mãe?

Roubei esse título de hoje do blog Recanto das mães blogueiras, porque achei super apropriado para o que vou contar aqui.

Ontem a tarde vieram na agência um casal e seus dois filhos, idades entre 2 e 4 anos mais ou menos. Assim que a mãe entrou na agência, perguntou:
- "Pode fazer bagunça"? (oi?)
Não sei o que o atendente respondeu, mas deve ter sido algo do tipo "imagina, senta, deixa as crianças brincarem. posso ajudar?"

Pausa pra comentar: como é que uma mãe chega em um lugar perguntando se pode fazer bagunça! Como assim, meudeusdocéu?? Alguém me explica?

Casal sentou pra ser atendido, as crianças logo correram para a salinha de espera que temos aqui - no mesmo ambiente - com sofá, mesinha infantil e algumas revistas de  viagens.

 Segunda pausa: será que meu chefe deveria colocar um espaço kids no espaço mini que temos pra trabalhar?

Começou a loucura. Os dois gritaram o tempo todo, tiraram as almofadas de cima do sofá e colocaram no chão, fizeram cabaninhas com elas, pegaram todos os panfletinhos e banners da sala e jogaram pra cima, e gritaram mais um pouco. Pegaram pacotinhos de açúcar, comeram e derrubaram no chão.

Terceira pausa: os pais nem se mexiam. Parece até que não eram filhos deles, gente!

Nessa mesma hora eu estava atendendo uma senhora de 82 anos, que me perguntou:
- "Fernanda, será que essa família está comprando um cruzeiro? Será que vão na mesma saída que eu"?
Ó o pânico da velhinha

É como sempre digo, só quem tem criança em casa sabe a dificuldade que é sair, ir ao banco, pagar contas e até mesmo fazer contas novas e ter que levá-los, sem ao menos uma pessoaa pra te ajudar.
Criança não tem paciência pra ficar sentada, ouvindo coisas que não lhe interessam. Ainda mais quando o lugar não tem atrativo algum pra ela. Ou tem, né? Vamos combinar que máquinas de café, açúcar pequenininho, bichinhos de pelúcia dos outros e revistas coloridas são ótimos atrativos.

Tenho ciência de que a Lulú não é um anjo e jogue a primeira pedra quem aqui nunca teve que sair correndo de algum lugar porque a cria estava dando vexame, enchendo o saco, fazendo bagunça ou se jogando no chão. Mas convenhamos: o casal não estava nem aí pras crianças! Deixaram que fizessem a bagunça toda, tendo que os funcionários da agência intervirem naquela "zoeira". Aí sim, depois da bronca, os pais ligaram o desconfiômetro e seguraram cada um uma criança nos braços. A gritaria continuou, mas a bagunça foi amenizada.
E então, de quem é a culpa?
Não dava pra resolver a viagem outro dia, com os filhos na escola?

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

A foto do pirata e o Saci

"O que fazer com o pirata mau
Joguem ele no mar".

Detalhe do Saci na balança também!

Halloween na escola

E hoje tem festinha de Halloween na escola da Lulú.
Acordou feliz da vida, levantando o dedinho quando perguntei "quem vai pra escola vestida de pirata hojeeeee"? 
É como sempre digo: criança tem o dom de "ser acordada" e mesmo assim ficar de bom humor.
Pelo menos a minha criança é assim. Ufa!

Vou colocar a foto assim que chegar em casa.

Última chamada

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Coisas da gente

Delicioso o modo como nossos filhos sugam tudo da gente!

Ontem a noite saí com a Lulú de carro pra mostrar a ela o tamanho da árvore de Natal de um restaurante alemão aqui em Sorocaba. O Floresta Negra, bem tradiciocal aqui.
A árvore de Natal, que na verdade é um pinheiro enorme, que de tão grande acabou entortando, ficando mais parecido com a Torre de Piza iluminada!

Quando passamos em frente, claro que fiz AQUÊÊÊLE escândalo, exagerei no tamanho, fiz uma bagunça mesmo. E ela:
- "Nóóóóóssa, mamãe!! Num quidííííto nesse tamãããããnho! Você aquidita?"

Porque eu tenho essa mania de falar nóóóssa pra tudo e ainda por cima perguntar se você acredita?!!
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E pensando no meeu tempo de Amélia lá em casa, quando uma das coisas que mis fazia durante o dia era lavar a louça que sujava e andar pela casa e pegar os fiapinhos, cabelos e ssujeirinhas que caíam no chão - nãao tenho nada de saudades desse tempo - esses dias pego a Luísa limpando o chão do corredor, com o condicionador. Quando perguntei o que ela estava fazendo - pergunta mais imbecil - ela só me disse que estava limpando o chão, pra ficar bem "cheloso e lipinho".
- "Ô filha, para com isso. Não precisa!"
- "Picisa sim, mamãe. Tô fazendo igal você!"
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Feliz Dia do Saci, adiantado

E fazendo parte das programações de Halloween de Sorocaba, adivinha quem estará na Biblioteca Municipal dia 30/11 às 16h?


                                                               Cia. Tempo de Brincar!

Apresentarão o espetáculo Cantos e Causos de Assombração.
Muito lindo e o esquema é o mesmo de sempre: convites antecipados podem ser adquiridos 1 hora antes gratuitamente no local.
Luísa já falou que desta vez vai levar o Saci.
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Vocês conhecem a história do Saci?

"Representado atualmente pela figura de um menino negro de uma só perna que possui um gorro vermelho na cabeça e traz sempre um cachimbo na boca.
De Norte a Sul do Brasil, além do nome, são várias também as definições e representações atuais que se tem dele. No nordeste, de uma forma geral ele segue a representação antes descrita que é a mais conhecida atualmente e a mais popular.
No Sul e Sudeste há algumas variações. No Rio Grande do Sul, por exemplo, ele é retratado como um menino negro perneta de gorro vermelho que se diverte atormentando a vida dos caminhoneiros e aventureiros que gostam de viajar. Deixando-os areados ele os faz perder o destino. Ranços culturais europeus podem ter influenciado o Saci em Minas Gerais onde ganhou acessórios como: “um bastão, laço ou cinto, que usa como a “vara de condão” das fadas européias”. Já em São Paulo, apesar de manter essas mesmas características básicas ele possui um boné em lugar do gorro.

Os Sacis vivem setenta e sete anos e se originam do bambu. Após sete anos de “gestação” dentro do gomo do bambu ele sai para uma longa vida de travessuras e quando morre se metamorfoseia em cogumelos venenosos ou em “orelhas de pau”. Quem é do interior ou já foi ao campo a passeio deve ter visto alguma vez, uma espécie de cogumelo que se forma nos troncos das árvores e que se parece com uma orelha. É isso que os matutos chamam de “orelha de pau”.

Algumas características são mais presentes e recorrentes nas descrições do Saci:
- é um ser que vive nas matas;
- é extremamente misterioso;
- é negro, pequeno e possui apenas uma perna;
- usa um capuz vermelho e um cachimbo;
- não possui pêlos no corpo;
- não possui órgãos para urinar ou defecar;
- só tem três dedos em cada mão;
- possui as mãos perfuradas;
- adora assoviar e ficar invisível;
- vive com os joelhos machucados, resultado das travessuras;
- tem o domínio dos insetos que atormentam o homem: mosquitos, pernilongos, pulgas, etc.;
- fuma em um pito e solta fumaça pelos olhos;
- adora fazer travessuras;
- pode, em momentos de bom humor ajudar a encontrar coisas perdidas;
- gira em torno de si feito um pião e provoca redemoinhos;
- pode ser malvado e perigoso;
- adora encantar as criancinhas faze-las perder-se na mata.

Entre todas essas características uma é unânime: sua personalidade travessa. Algumas pessoas acreditam que ele é mau. Outros dizem que ele é apenas um garoto traquino que adora fazer pequenas travessuras. Seja como for, diz a lenda que ele é muito peralta. Adora assustar os animais, prendê-los, criar situações embaraçosas para as pessoas, esconder objetos, derrubar e quebrar as coisas.
Diz a lenda que ele não é apenas um brincalhão ou um espírito mau. Tratar-se de um exímio conhecedor das propriedades medicinais das ervas e raízes da floresta. Se alguém precisa entrar na mata e pegar algo, portanto, tem que pedir autorização do Saci, pois entrando sem permissão cairá inevitavelmente em suas armadilhas.

Como escapar do Saci?
Algumas pessoas afirmam que o único meio de driblar o negrinho é espalhando cordas ou barbantes amarrados pelo caminho. Assim ele se ocuparia em desatar os nós, dando tempo da pessoa fugir de sua perseguição. O Saci também tem medo de córregos e riachos, por isso, atravessar um pode ser uma alternativa.
Mas o único meio de controlar um Saci, é tirando-lhe o gorro e prendendo-o em uma garrafa. Para isso é necessário jogar uma peneira ou um rosário bento em um redemoinho.  Uma vez preso e sem o gorro que lhe dá poderes ele fará tudo que for mandado".
Fonte: http://www.infoescola.com/folclore/a-lenda-do-saci-perere/