Me chamo Fernanda Keli.
E não riam do meu nome! Fernanda Ke-li. Tem combinação mais descombinada que isso? Digam que tem, por favor! :)
Talvez Rodrigo Rafael, ou Edilaine Catlin, e até Mariana Helena, podem ser piores que o meu.
Nunca gostei do meu segundo nome, mesmo ele sendo escrito da forma mais simples e brasileira possível: com um L e I. Pior que isso, só se fosse com dois Ls e mais o Y no final. Arght!
E quando escolhi o nome da Lulú, primeiro que queria um nome simples, sem um segundo nome acompanhando, e segundo, achei que não teria tanto problema com a maneira com que se escreve Luísa.
Só que tenho: da mesma maneira que as pessoas estão acostumadíssimas a escreverem KeLLY, elas também escrevem LuiZa. E isso me chateia. Chateia porque Luísa, minha filha, não é Luiza. Luiza é outra pessoa. E não tem coisa mais chata que ver o nome da minha Luísa, escrito com Z, em qualquer lugar que seja. Já aconteceu de vir algum bilhete da escola com seu nome com Z, e eu corrigi. Dia desses aconteceu de colocarem seu nome com Z em uma exposição de trabalhinhos. Não pode. Costumo ver publicações nas redes sociais, onde mencionam o nome dela com Z e, acho que simplesmente perde a identidade.
Não tenho nada contra Luísa com Z. Só escolhi com S porque minha avó era Luísa com S e queria que fosse assim também: com S.
Pode ser frescura da minha parte, mas...quem disse que não sou fresca?
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segunda-feira, 15 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
O poder da oração de uma criança
Sempre discordei do pedido "e seja feita a vossa vontade, assim na Terra como no céu". Juro. Discordo. Quero que sejam feitas as minhas vontades, e por isso eu peço, exatamente o que eu quero. Quando faço minhas orações, eu agradeço e peço. Seja lá dinheiro, seja saúde, seja luz, o importante - na minha opinião - é pedir o que se quer. E ensinei isso à minha filha. Em suas orações, ela agradece por tudo: pelo seu dia, pelos amigos, pela escola, pelos pais, pela família, pelo ar que ela respira, pelo quarto dela...e pede também: uma boneca, um irmão, um cachorro... e outras coisas.
"Peça, filha. Peça com vontade, com fé. Peça com força."
Ontem, no auge de sua crise alérgica - a maldita tosse de novo - Luísa, por vontade própria, juntou as mãozinhas e pediu: "Papai do céu, muito abrigada pelo dia de hoje. Por favor, sara minha tosse, porque eu não quero mais ela. Obrigada e amém."
E a tosse, dois minutos depois deste pedido, se foi.
Eu acho que, num mundo de hoje, onde as pessoas se decepcionam com as outras facilmente, onde políticos mentem descaradamente e nem são punidos pelos erros que cometem, onde a tecnologia nos afasta do contato físico, vale acreditar sim no poder da oração de uma criança, e mais ainda, que este foi atendido prontamente.
Obrigada Papai Nosso do Céu.
"Peça, filha. Peça com vontade, com fé. Peça com força."
Ontem, no auge de sua crise alérgica - a maldita tosse de novo - Luísa, por vontade própria, juntou as mãozinhas e pediu: "Papai do céu, muito abrigada pelo dia de hoje. Por favor, sara minha tosse, porque eu não quero mais ela. Obrigada e amém."
E a tosse, dois minutos depois deste pedido, se foi.
Eu acho que, num mundo de hoje, onde as pessoas se decepcionam com as outras facilmente, onde políticos mentem descaradamente e nem são punidos pelos erros que cometem, onde a tecnologia nos afasta do contato físico, vale acreditar sim no poder da oração de uma criança, e mais ainda, que este foi atendido prontamente.
Obrigada Papai Nosso do Céu.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Sobre a natação e a segurança adquirida sem a mamãe
Luísa faz natação há algum tempo.
Começamos com 6 meses de vida, e entre um inverno e outro, parávamos a atividade, ou por causa do frio, ou por causa da tosse.
Há um mês ela voltou à ativa. Eu disse ELA voltou, pois decidi que não entraria mais na piscina com ela.
E como já era de se esperar, Luísa se deu muito melhor sem mim ali com ela. Obedece melhor aos comandos do professor, faz os exercícios com mais perfeição e o melhor, vem se desenvolvendo mil vezes mais rápido.
Ontem fomos ao clube, e quase morri de alegria e orgulho quando vi Luísa nadando direitinho e sem bóia.
Ela segura na borda da piscina, dá o impulso com os pés e vem nadando por baixo da água. Quando acaba o ar, ela sobe, coloca a cabeça pra fora ("que nem" tartaruga!) e continua nadando, até chegar em mim. Coisa mais linda de se ver.
Isso me fez crer que minha filha deu um salto em seu desenvolvimento depois que "saí de sua cola" dentro d'água. Comigo ali na piscina, durante as aulas, sentia Luísa insegura, com medo de se soltar e afundar. Mas foi quando a "soltei" sozinha com o professor e as amigas de natação, que ela se libertou. E está se saindo uma peixinha. Está nadando sozinha, afundando e ficando o maior tempão embaixo d'água, e dá até piruetas lá no fundo, com os pés no chão.
Acho que é à partir de agora que tenho que ter conversa e cuidado redobrados.
Mas estou feliz com sua conquista. Minha nadadora.
Começamos com 6 meses de vida, e entre um inverno e outro, parávamos a atividade, ou por causa do frio, ou por causa da tosse.
Há um mês ela voltou à ativa. Eu disse ELA voltou, pois decidi que não entraria mais na piscina com ela.
E como já era de se esperar, Luísa se deu muito melhor sem mim ali com ela. Obedece melhor aos comandos do professor, faz os exercícios com mais perfeição e o melhor, vem se desenvolvendo mil vezes mais rápido.
Ontem fomos ao clube, e quase morri de alegria e orgulho quando vi Luísa nadando direitinho e sem bóia.
Ela segura na borda da piscina, dá o impulso com os pés e vem nadando por baixo da água. Quando acaba o ar, ela sobe, coloca a cabeça pra fora ("que nem" tartaruga!) e continua nadando, até chegar em mim. Coisa mais linda de se ver.
Isso me fez crer que minha filha deu um salto em seu desenvolvimento depois que "saí de sua cola" dentro d'água. Comigo ali na piscina, durante as aulas, sentia Luísa insegura, com medo de se soltar e afundar. Mas foi quando a "soltei" sozinha com o professor e as amigas de natação, que ela se libertou. E está se saindo uma peixinha. Está nadando sozinha, afundando e ficando o maior tempão embaixo d'água, e dá até piruetas lá no fundo, com os pés no chão.
Acho que é à partir de agora que tenho que ter conversa e cuidado redobrados.
Mas estou feliz com sua conquista. Minha nadadora.
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| Lulú é a criatura de touca rosa, no canto esquerdo da foto. |
terça-feira, 9 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Estamos numa fase perigosa
Não é só porque sua filha não mexe nas coisas, que você pode deixar tudo à mão.
Luísa, até hoje, nunca havia mexido em caixa de remédios. Eu podia deixar tranquilamente um vidrinho de dipirona, ou a cartela de anticoncepcional, sobre o criado mudo, que ali permanecia.
Agora, não posso mais.
Semana passada, eu e marido jantando, quando Luísa passou correndinho pela sala, cheirando essência de vela e pedindo água. Aquele cheiro é inconfundível! Na mesma hora saí correndo em direção à ela, cheirei sua boca e bingo!! Ela tinha pingado uma gotinha daquilo, que estava na minha gaveta, na língua, da mesma maneira que fazemos com suas gotinhas de homeopatia.
Nesta hora, você não lembra se dá água, se dá leite, se provoca vômito ou se dá uns tapas!
Dei água! E conversei muito, mas muito sério com ela. Disse que não se pode colocar qualquer coisa na boca, principalmente remédios, e que aquele vidrinho era perfume, que poderia dar dor de barriga nela.
Luísa jurou que não engoliu a essência. Disse que só colocou na língua, mas o cheirinho permaneceu nela por uns 3 dias.
* Essência de vela, ou para vela, é um cheirinho que você compra e coloca uma gotinha na vela, depois de acesa, que exala um cheirinho gostoso pela casa.
Na escola, há algumas semanas atrás, Luísa distribuiu bolinhas de homeopatia para todas as amiguinhas.
Final de semana passado, na casa da minha mãe, Luísa acha um comprimidinho em cima da mesa da cozinha, dá uma lambida e devolve no lugar.
Ontem, aqui em casa mesmo, depois de tomar as cinco gotinhas de homeopatia da manhã, Luísa me pede tetê, espera eu sair do quarto, abre o vidrinho de gotinhas novamente e pinga mais "umas par" de gotinhas na língua, e desta vez, quase optei pela última alternativa: uns tapas!
Acabei optando pelo chacoalhão!
Nela e em mim!
Porque não se pode deixar remédio dando sopa pela casa, jamais!
Veja aqui e aqui, algumas dicas de segurança em casa.
Luísa, até hoje, nunca havia mexido em caixa de remédios. Eu podia deixar tranquilamente um vidrinho de dipirona, ou a cartela de anticoncepcional, sobre o criado mudo, que ali permanecia.
Agora, não posso mais.
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| Parece balinhas, né? |
Semana passada, eu e marido jantando, quando Luísa passou correndinho pela sala, cheirando essência de vela e pedindo água. Aquele cheiro é inconfundível! Na mesma hora saí correndo em direção à ela, cheirei sua boca e bingo!! Ela tinha pingado uma gotinha daquilo, que estava na minha gaveta, na língua, da mesma maneira que fazemos com suas gotinhas de homeopatia.
Nesta hora, você não lembra se dá água, se dá leite, se provoca vômito ou se dá uns tapas!
Dei água! E conversei muito, mas muito sério com ela. Disse que não se pode colocar qualquer coisa na boca, principalmente remédios, e que aquele vidrinho era perfume, que poderia dar dor de barriga nela.
Luísa jurou que não engoliu a essência. Disse que só colocou na língua, mas o cheirinho permaneceu nela por uns 3 dias.
* Essência de vela, ou para vela, é um cheirinho que você compra e coloca uma gotinha na vela, depois de acesa, que exala um cheirinho gostoso pela casa.
Na escola, há algumas semanas atrás, Luísa distribuiu bolinhas de homeopatia para todas as amiguinhas.
Final de semana passado, na casa da minha mãe, Luísa acha um comprimidinho em cima da mesa da cozinha, dá uma lambida e devolve no lugar.
Ontem, aqui em casa mesmo, depois de tomar as cinco gotinhas de homeopatia da manhã, Luísa me pede tetê, espera eu sair do quarto, abre o vidrinho de gotinhas novamente e pinga mais "umas par" de gotinhas na língua, e desta vez, quase optei pela última alternativa: uns tapas!
Acabei optando pelo chacoalhão!
Nela e em mim!
Porque não se pode deixar remédio dando sopa pela casa, jamais!
Veja aqui e aqui, algumas dicas de segurança em casa.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Na Veja
Há um tempo atrás, a Bia, do Mãe da Cabeça aos Pés, acompanhando meu blog, minha saga, chatice e reclamações sobre a escola da minha filha, e depois a escolha "certa" da outra escola, me convidou para dar uma entrevista sobre o assunto. Um negócio chamado Educação.
Bia escreve um caderno publicitário de Educação, que circula dentro da Revista Veja, e esta semana, saiu. Êpa. Saímos!
-"Mamãe, vou falar pra tia que a gente saiu na revista do Ronaldo gordo!"
Bia escreve um caderno publicitário de Educação, que circula dentro da Revista Veja, e esta semana, saiu. Êpa. Saímos!
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| Olha nós aqui! |
-"Mamãe, vou falar pra tia que a gente saiu na revista do Ronaldo gordo!"
Sincera de tudo.
Chique, né?
Chique, né?
Sobre a cultura popular brasileira, O Bumba Meu Boi e o Ô de Casa
Semana passada, acompanhei meu marido a uma aula demonstrativa de Capoeira, em um colégio particular aqui da cidade.
Antes de dar início à atividade prática, Lucas deu uma aulinha teórica sobre o esporte: de onde realmente veio a Capoeira; se é brasileira ou africana; se é luta, dança, esporte, folclore...
Antes disso ainda, Lucas fez as seguintes perguntas, para aquele grupinho de ensino médio:
- Vocês sabem o que é Capoeira? O que vocês já ouviram sobre Capoeira?
E a resposta foi... :(
Não teve resposta... :( :(
Tirando a vergonha de se expor, ou o medo de falar alguma bobagem e os colegas rirem, é visivelmente claro que o adolescente sabe muito pouco sobre nossa cultura. E não estou falando DA Capoeira em si. Muitos jovens não tem noção da riqueza cultural que temos, e assim, preferem buscar ou valorizar só para a cultura importada. Claro que é legal ter acesso a tudo, mas não dar valor ao que nós temos, é um pecado.
******
Domingo, de bobeira no Sesc, assistimos a apresentação de bumba-meu-boi, do grupo Cupuaçu. E desta vez, até Lulú entrou na dança.
Agora, uma crítica:
No início da apresentação, o grupo fez uma crítica pública aos que assistem novela:
"Quem assiste novela é quem não tem nada pra fazer!"
Este comentário foi feito após uma brincadeira do próprio integrante do grupo, com o público. Na verdade foi ele que começou inserindo o Tufão na história do bumba-meu-boi. E a cada intervalo de música, este mesmo integrante citava vários outros personagens da mesma novela: Carminha, Jorginho, Cadinho e até a Soninha Catatau...
Há algo de contraditório nisso, não, seu Boi?
Achei muito feio!
******
E olha quem vem!!!
Ô de Casa
Com Cia. Tempo de Brincar e Inezita Barroso
Sesc Sorocaba
Dias 12 e 13 de outubro, às 18h.
Já comprei meus ingressos!
Antes de dar início à atividade prática, Lucas deu uma aulinha teórica sobre o esporte: de onde realmente veio a Capoeira; se é brasileira ou africana; se é luta, dança, esporte, folclore...
Antes disso ainda, Lucas fez as seguintes perguntas, para aquele grupinho de ensino médio:
- Vocês sabem o que é Capoeira? O que vocês já ouviram sobre Capoeira?
E a resposta foi... :(
Não teve resposta... :( :(
Tirando a vergonha de se expor, ou o medo de falar alguma bobagem e os colegas rirem, é visivelmente claro que o adolescente sabe muito pouco sobre nossa cultura. E não estou falando DA Capoeira em si. Muitos jovens não tem noção da riqueza cultural que temos, e assim, preferem buscar ou valorizar só para a cultura importada. Claro que é legal ter acesso a tudo, mas não dar valor ao que nós temos, é um pecado.
******
Domingo, de bobeira no Sesc, assistimos a apresentação de bumba-meu-boi, do grupo Cupuaçu. E desta vez, até Lulú entrou na dança.
| Dançando em volta do boi. |
| Fazendo carinho no boi. |
Agora, uma crítica:
No início da apresentação, o grupo fez uma crítica pública aos que assistem novela:
"Quem assiste novela é quem não tem nada pra fazer!"
Este comentário foi feito após uma brincadeira do próprio integrante do grupo, com o público. Na verdade foi ele que começou inserindo o Tufão na história do bumba-meu-boi. E a cada intervalo de música, este mesmo integrante citava vários outros personagens da mesma novela: Carminha, Jorginho, Cadinho e até a Soninha Catatau...
Há algo de contraditório nisso, não, seu Boi?
Achei muito feio!
******
E olha quem vem!!!
Com Cia. Tempo de Brincar e Inezita Barroso
Sesc Sorocaba
Dias 12 e 13 de outubro, às 18h.
Já comprei meus ingressos!
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